domingo, 9 de novembro de 2014

Divisor de Água

É impressionante quando se pensa que ao ser lembrado "com comemorações" as quase três décadas da queda do Muro de Berlim, lembro-me ainda e como iniciante no servir ao jornalismo, acompanhei parte dos procedimentos relacionados à sua construção, como e também acompanhei o sofrimento de um povo que do lado de lá, "lado Oriental" ficavam os menos socialmente assistidos pelo estado e do lado de cá ficava a pujante Alemanha Ocidental.
Queda da intolerância
Que e no decorrer de sua construção, muitas vidas foram ceifadas, mormente dos que e a principio, tentavam fugir do lado Oriental para o lado Ocidental - se rasgando em cercados de arame farpado e até que construiu o intorelante  muro, que e após a sua construção, quando as pessoas na tentativa de fugirem das intolerâncias e no chegarem a denominada zona de segurança máxima, eram literalmente eliminados por atentos guardas orientais.
Certo é que o muro foi construído conceitualmente por intolerântes e que perdurara por muitos e muitos anos, no que terminou por não ser interessante para ambos os lados continuarem com aquele "elefante branco" atazanando as vidas entre irmãos. No que e após a re-união, todos os cidadãos, tanto os do lado de lá como os do lado de cá, se beneficiaram e não tão somente pelo lado econômico-financeiro, como e principalmente pela liberdade conquistada no comungarem dos mesmos ideias pátrios- cidadãos.

Como também fica dificil entender como e após a última contenda política no nosso país, os emocionalmente desequilibrados e sem o menor critério em se tratando de racionalidade, irmãos do Sul “discriminatoriamente” pregaram aos quatro ventos, a utópica necessidade da existencia de uma divisória geopolítica envolvendo os irmãos das regiões Norte-Nordeste e Sul do Brasil.

Que o muro de Berlim seja eternamente lembrado como também servidor de exemplo no contrariar intolerantes cidadãos, se tratando de caminho por onde não deve caminhar a humanidade.      

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