É
impressionante quando se pensa que ao ser lembrado "com comemorações" as quase
três décadas da queda do Muro de Berlim, lembro-me ainda e como iniciante no
servir ao jornalismo, acompanhei parte dos procedimentos relacionados à sua
construção, como e também acompanhei o sofrimento de um povo que do
lado de lá, "lado Oriental" ficavam os menos socialmente assistidos pelo
estado e do lado de cá ficava a pujante Alemanha Ocidental.
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| Queda da intolerância |
Que e no
decorrer de sua construção, muitas vidas foram ceifadas,
mormente dos que e a principio, tentavam fugir do lado Oriental para o lado Ocidental - se rasgando em cercados de arame farpado e até que construiu o intorelante muro, que e após a sua construção, quando as pessoas na tentativa de fugirem das intolerâncias e no chegarem a denominada zona de segurança máxima, eram literalmente eliminados por atentos guardas orientais.
Certo
é que o muro foi construído conceitualmente por intolerântes e que perdurara por muitos e muitos anos, no que terminou por não ser interessante para ambos
os lados continuarem com aquele "elefante branco" atazanando as vidas entre irmãos. No que e após a re-união, todos os cidadãos, tanto os do lado de lá como
os do lado de cá, se beneficiaram e não tão somente pelo lado econômico-financeiro, como e principalmente pela liberdade conquistada no comungarem dos mesmos ideias pátrios- cidadãos.
Como
também fica dificil entender como e após a última contenda política no nosso país, os emocionalmente desequilibrados e sem o menor critério em se tratando de racionalidade, irmãos
do Sul “discriminatoriamente” pregaram aos quatro ventos, a utópica necessidade da existencia de uma divisória geopolítica envolvendo os irmãos das regiões Norte-Nordeste
e Sul do Brasil.
Que
o muro de Berlim seja eternamente lembrado como também servidor de exemplo no
contrariar intolerantes cidadãos, se tratando de caminho por onde não deve caminhar
a humanidade.

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