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| Alegre casal mineiros |
Contrariando
os desejos além de estardalhaços da mídia “oficial”, o carnaval de Porto Seguro
e consequentemente de toda a orla correspondente não correspondeu a expectativa
da maioria dos comerciantes que lidam com os mais variados tipo de atendimento.
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| Flagrantes Barraca do Gaúcho |
O
que observamos e levantamos no contrariar certos discursos da mídia
comprometida extra oficialmente, exceto alguns tradicionais redutos, os quais
já tradicionalmente fazem parte do seu atendimento com pacotes programados e a
Barraca do Gaúcho dentre outras segmentadas, tiveram razoável frequência de público. Mais por suas tradições, sua referências. Houve bastante reclamação do comercio em geral diante da falta de giro de dinheiro. Na passarela do Álcool, tradicional
reduto e onde se concentra a maioria das barracas, as quais vendem desde cds
piratas, cocadas iguarias e capetas, tradicional bebida local e mais alguns restaurantes
reclamaram muito da falta de uma estrutura de envergadura como ocorriam nos
anos passados. Não entenderam que o país passa por um ano de crise de
ordenamento social e econômico.
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| Presença dos nativos; família Guerrieri |
Também
esses reclamaram muito da falta de giro de dinheiro, “gente até que teve” no
marca presença num fluxo razoável, na sua grande maioria como sempre ocorre,
procedentes do estado de Minas Gerais. No que e diante da “crise”, os
visitantes não tiveram outra opção senão economizarem ao extremo as suas parcas
economias.
Houve
muita reclamação dos comerciantes formais e informas no tocante ao número de
oportunistas em eternos plantões da vida, “não se sabendo até o presente momento,
se originários de fora ou de elementos nativos, os quais se aproveitaram para
afanarem pertences e valores de transeuntes”, mormente no circuito do Carnaval.
Por> MM Souza.
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