quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Temporada de verão em Porto Seguro

Alegre casal mineiros 
Contrariando os desejos além de estardalhaços da mídia “oficial”, o carnaval de Porto Seguro e consequentemente de toda a orla correspondente não correspondeu a expectativa da maioria dos comerciantes que lidam com os mais variados tipo de atendimento.
Flagrantes  Barraca do Gaúcho 
O que observamos e levantamos no contrariar certos discursos da mídia comprometida extra oficialmente, exceto alguns tradicionais redutos, os quais já tradicionalmente fazem parte do seu atendimento com pacotes programados e a Barraca do Gaúcho dentre outras segmentadas, tiveram razoável frequência de público. Mais por suas tradições, sua referências. Houve bastante reclamação do comercio em geral diante da falta de giro de dinheiro. Na passarela do Álcool, tradicional reduto e onde se concentra a maioria das barracas, as quais vendem desde cds piratas, cocadas iguarias e capetas, tradicional bebida local e mais alguns restaurantes reclamaram muito da falta de uma estrutura de envergadura como ocorriam nos anos passados. Não entenderam que o país passa por um ano de crise de ordenamento social e econômico.
Presença dos nativos; família Guerrieri
Também esses reclamaram muito da falta de giro de dinheiro, “gente até que teve” no marca presença num fluxo razoável, na sua grande maioria como sempre ocorre, procedentes do estado de Minas Gerais. No que e diante da “crise”, os visitantes não tiveram outra opção senão economizarem ao extremo as suas parcas economias.
Houve muita reclamação dos comerciantes formais e informas no tocante ao número de oportunistas em eternos plantões da vida, “não se sabendo até o presente momento, se originários de fora ou de elementos nativos, os quais se aproveitaram para afanarem pertences e valores de transeuntes”, mormente no circuito do Carnaval. Por> MM Souza.        

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