Idos
anos 1980 e 90, cruciante momento que o município de Porto Seguro mais
precisava do recrutamento de especializações voltadas para o atendimento turístico,
ocasião que levados pela crise do podão, ”Vassoura de Bruxa”, grassava na região cacaueira, um quase caos social, oportunidade que uma família mineira carregando no seu
sobrenome, a inocência de um 'pintinho', a que e no aproveitarem-se de um oportuno momento político, a mesma e no adotarem agregando ao seu chamamento, o nome de Baiano, assim sendo fora ocupando politicamente os espaços, os quais e nas suas sabedorias de um velho galo e assim contando com experiências de um velho galo, no aproveitar do momentos de crise econômica que passava a região, no deixar no seu
rastro social somente desempregos.
A qual e nas atitudes e sapiências de um velho galo ’sacudiram suas penas’,
estufaram peitorais e assim no ocuparem espaços na fraqueza da politica local, foram aos poucos dominando e se consolidando. Assim e desta forma, foram aos poucos retirando os podões das
mãos dos enfraquecidos economicamente cidadãos.
Assim sendo foram se
interagindo e se infiltrando na comunidade motivando doações de terras, terrenos, arames, estacas e os cambaus.
Cercados
os lotes doados nos e períodos eleitorais vinham os ‘blocos’, eternit e outras coisas mais. No seguirem adiante, foram os mesmos ocupando espaço e tomando conta da política local e assim permanecendo sob o seu domínio, por mais de uma década.
Aos trancos e barrancos em cima da mão de obra do podão, que o turismo de Porto Seguro, fora modelado no atendimento ao turismo receptivo.
No que se observa hoje em se tratando de
atendimento voltada para o turismo, no vivenciar os seus dia a dia, obviamente que nada pode ser reclamado. Por> MM Souza.

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