segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Falso Moralismo


O que me deixa pasmo mesmo, é o que ocorre com a memória não fertilizada componente do DNA de certos cidadãos tupiniquins, os quais com as suas fracas memórias esquecem até mesmo no decorrer de quatro anos, em quem votou e olhe que se trata de um grande contingente.
Chega ser tão absurda as suas fraquezas no fazer alguns poucos anos, oportunidade que o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, travava uma demanda e até mesmo uma queda de braço com o midiático Collor no buscar espaço e no sentido de que o Brasil precisava politicamente mudar naquele instante buscando algo renovador e que o Brasil prestasse atenção nas propostas e propósitos acreditando no novo, no novo modelo politicamente importante para o país e assim sendo, acabando de vez com os mandos e desmandos dos passados coronéis do mato como e também, no relacionado à sua desigual luta demandada com o midiático Fernando Collor de Melo, que por sua vez e no ostentar o seu famoso mosquetão ‘caçador de marajás’, entrara ambos numa demanda de vida ou morte com o seu principal antagonista, preparado que fora nas suas falácias midiáticas em parcimônia com a Central Globo, oportunidade que o então ‘sapo barbudo Lula’, os incomodavam na condição de candidato não midiático.
Ambos se demandavam em nome de uma democracia, só que um socialmente de fato e outro na defesa dos interesses corpóreos conjuntamente com os promotores das batalhas, os quais camuflada mente subjugavam Lula e tudo midiaticamente em nome de uma oligarquia aparentemente morta, porém maquiada e disfarçada.
Assim sendo, ‘o sapo barbudo’ da época, tivera que engolir o bonitão midiático, o qual se encontrava mais para galã da novela das oito Globalmente falando, do que para presidente.
Assim sendo, e num cabal falso moralismo o Jornal Nacional descobrira que Lula tinha uma filha bastarda, ‘fora do casamento’ e assim sendo fizera um grande alaúde, no que convenceu aos ‘puritanos cidadãos-cidadãs’, no optarem por eleger o garotão Global Collor de Melo.
Essas mesmas pessoas que elegerem Collor de Mello, atualmente tentam calar a voz de muitos cidadãos ‘via Globo de hoje’, no blindar o episódio FHC no provar que a velha relação entre ambos ainda continuam com laços fortalecidos, demostrado agora em se tratando de uma prostituição consentida pela própria, num episódio envolvendo a sua ex- funcionaria, a qual em troca do silêncio absoluto ficara ‘exilada’ no exterior e por longos anos, a qual em e em off aquietou-se em nome do elo existente entre FHC e o midiático veículo.
Assim sendo e no finalizar, pergunta-se; Que Brasil é esse? Um país de pouca memoria? Um país onde os ‘donos’ do poder de um ‘esquecido passado’, consegue através de suas orquestrações, suas maracutaias, suas artimanhas engabelar milhões de desmemoriados cidadãos? No que se lamenta. Por MM> Souza.       

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