Assim
sendo em vez de cuidar por essas vias dos seus funcionários com projetos
sociais a altura da sua grandiosidade, no desenvolver ações dirigidas à sustentabilidade
descente das suas famílias, mesmo que fosse utilizado procedimentos que viesse
através das suas práticas palacianas, que fosse no sentido de proporcionar
vantagens para os seus diretos colaboradores (funcionários) e não como o faz no aliar-se aos reconhecidos encrenqueiros que agem sutilmente nos bastidores.
Que busquem instrumentos no sentido de
avançar na assistência social aos seus ‘escravos’, no que a qual e tão somente se preocupa no alimentar ‘como no passado’, a construção das suas riquezas, riqueza da família
Marinho na condição no presente, casta dos senhores da casa grande do presente.
Que
fosse desenvolvidas ações no sentido de entre outras praticas, se construísse (mesmo financiado), dentre outras coisas, moradias para o seu povo, povo que nos seus respectivos
‘eitos’, fazem por merecer tal atenção. E não como ocorrem nos finais de ano oportunidade que tapeiam com paliativos, os presenteando como presente de Noel, 'cestinhas básicas natalinas acompanhadas de um ‘peru’ da Sadia.
No
tocante a assistência médica, sempre a mesma primou e no sentido único de cuidar da saúde dos seus escravos para que os mesmos se
tornassem cada vez mais produtivos no dar conta dos seus respectivos eitos.
Na
ocasião que me afastei da empresa, tomei a decisão de antecipar a qualquer ação
que provocasse demissão involuntária e unicamente por não mais aguentar as pressões
dos instrumentos de torturas mentais utilizados por feitores atuais, no que e
desta forma por conta dos excessos de cargas, no manter as ferramentas sempre afiadas e assim sendo, provocando desgastes
físicos e mentais àqueles nos que a serve.
Foi
desta forma que me despedir dos ‘bigodudos dos tempos atuais’, mesmo que sem
eira e sem beira’, por fazer parte obviamente de uma casta- história de um passado,
em função da minha condição descendente de alforriados. Assim sendo, comprovando
que os atos da Princesa Izabel no combater os bigodudos das casas grandes do
passado, somente se tornara interessante no próprio passado, mesmo que
continuando as suas práticas por outros caminhos, caminhos dos tempos atuais.
Por
aqui vamos ficando em se tratando do assunto. Esse conteúdo fora gerado e
produzido por> MM Souza. Jornalista, escritor e ‘ralador’ das estradas da
vida.

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