sábado, 20 de fevereiro de 2016

A Plim Plim e Eu

Às vezes nas minhas colocações aqui as pessoas pensam no avalia-las, entenderem que faço parte ideologicamente no comungar com a cartilha modelada pelo petismo, quando e nada verdade nada tenho a ver, no que e enquanto cidadão assumo a condição de posicionar-me ideologicamente a favor de um partido que sequer foi criado. Me posiciono contrário aos interesses de certos veículos de comunicação do país, os quais funcionam como anexo de coligações partidárias fundadas pela oligarquias de um passado tenebroso e complicado politicamente falando para o país principalmente em se tratando das sorrateiras políticas sociais desenvolvidas ao longo da história do país.
As quais sempre foram aplicadas em detrimento de interesses pessoais e corpóreos, dentre outros as proteções ofertadas pela Central Globo,  a qual por sua vez e no uso do seu capcioso jornalismo, repito ‘partidário’, quando e na verdade deveria como veículo de comunicação, praticar um jornalismo verdade, com seriedade fundamentado unicamente nos princípios básicos modelados pelos senhores Abrantes.

No que e se observado com certa visão, com certeza entenderiam eu mais me ajustar ideologicamente com as praticas da social democracia pura e real. Tenho oportunamente sempre dado entender, 'que e se politico fosse', fundaria um partido denominado, PPD-Partido do Pão Dividido. Um partido que resolveria os gravíssimos problemas dos desajustes sociais existentes no país. Obviamente se todos os cidadãos coadunassem com a minha linha de pensamento como no agir enquanto cidadão, no obedecer uma linha de proteção aos cidadãos que mais precisam da atenção do estado.

E quanto ao que se refere à Plim Plim, (Rede Globo), cá com os meus botões e após haver passado quase uma década e meia na obediência aos seus ditames na condição de um dos seus formalizados ‘escravos’, digo; escravo dos tempos modernos 'usados' no atendimento do meu santo oficio ligado ao setor técnico operacional a serviço da sua unidade fabril localizada no Jardim Botânico (RJ).
A qual no utilizar instrumentos psicológicos manipuláveis a disposição e as mãos dos seus ‘medonhos feitores’, no trocarem fisicamente metodologias 'ferramentas' de tortura do passado pelos aplicativos atuais e cujos resultados fere tanto quanto os procedimentos utilizados nos troncos e nas chibatas. 
No que e nos plantões dos seus feitores dos tempos atuais, 'se tratando de diretores de eitos’, os quais usados nas suas respectivas linhas de frente, comando dos mais diversos setores, os quais e nas suas exigências de produtividade, tocam seus atuais nomeados escravos a ferro e fogo, no utilizarem os respectivos chicotes mentalmente a serviço dos seus senhores.

Se considerado os instrumentos de pressões utilizados, correspondem na prática aos mesmos métodos utilizados nos engenhos do passado e assim sendo, a grande massa servidora dos seus caprichos, usada e abusada como os que vivenciaram as suas respectivas vidas nas senzalas, ou seja; sem eira e sem beira, cuja empresa com toda a força que possui como multinacional do lazer e mesmo nas suas sorrateiros práticas jornalísticas, sequer procurou ao longo de sua história desenvolver projetos sociais visando proteger os familiares dos seus milhares de 'escravos' envolvendo técnicos, pessoal de apoio e elenco.
Por se tratar de um assunto polêmico, esse conteúdo será desdobrado-desmembrado em outras partes. Aguardem nova publicação. Por > MM Souza.




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