quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Realidade política do país

Daqui da nossa torre de vigília observamos que o momento político do país passa por situação delicada. Observamos que e se a considerada alta corte do Ministério Público Federal (MPF), continuar nas suas ações como força suprema no interferir politicamente nas questões ‘bases da nação’ e assim agindo impulsionados midiaticamente, no abraçarem ações partidárias trazendo-as para junto de si, com certeza poderão incorrer em graves erros no que diz respeito as suas funções fiscalizadoras.
Se continuarem nos propósitos de implodir o Partido dos Trabalhadores (PT) e consequentemente levando no seu bojo todos os seus integrantes, poderão a partir daí desencadear uma convulsão social sem precedente na história do país. Que os senhores Morros e Gilmares, tenham a necessária habilidade, além da sapiência e sensatez no agirem em conformidade com as leis ‘mesmo sendo as mesmas na sua conjuntura’ sendo desrespeitada diuturnamente; que atentem para as consequências, fugindo dos conspiradores eternamente nos seus plantões. Cujas ações, mesmo que considerado benéficos do ponto de vista carta magno, terão que terem no extremo das suas ações, muita cautela.

O Brasil não é considerado terra de ‘homens valentes’ e sim como o país do carnaval, porém que não brinquem com coisa séria, pois o barril se encontra prestes socialmente a explodir e assim ocorrendo  ‘coisa que ninguém deseja’, o tamanho do problema poderá se tornar tão grande quanto as suas dimensões territoriais, consequentemente se tornando difícil a sua solução. Que se espelhem na Venezuela, país em que dois grupos de pátrios cidadãos, o que é pior, ambos se achando cada um mais pátrio do que o outro, no que e mesmo que  aparente, os seus cidadãos não se entendem e mesmo falando a mesma língua, não se ajustam e desta forma, sem uma guerra aparente, já se contabiliza mais de uma centena de perda de vidas.

Que os senhores Gilmares e Moros atentem para isso no procurarem tão somente agradar os gregos e esquecendo-se dos troianos. Por > MM Souza.  

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