terça-feira, 12 de setembro de 2017

Globo o jornal nacional as novelas e você

A Globo, digo televisão; no buscar novos horizontes em se tratando da sua principal grade de programação; de há muito tenta novos focos, novos caminhos para a evolução dos seus já desgastados pastelões novelescos que sempre fora pautado para encantar as ditas classes, classes dos cidadãos menos conscientes e que não possuem condições de programar as suas férias na Disney ou ir as compras em New York (EUA).

Ao passo que as classes conscientes sabem muito bem que as suas mensagens novelescas, sempre fora direcionadas as essas classes, infelizmente considerada como parte da 'turma dos churrascos e das cachaçadas dos finais de semana'. E assim sendo, conseguira empurrar diária e guela a dentro, nos inícios das noites cotidianamente, as suas fantasias contadas através de tramas planejadas por sua equipe de autores e bem a gosto das donas de casa, mormente, as consideradas ‘Amélias’ da vida.          
Foi assim que e ao longo da sua história que conseguiu as emissoras dos Marinhos, por chips novelescos nas cabeças dos seus contumazes midiáticos.

Os tempos passaram, a concorrência foi chegando, a novela das 20 passou ir ao ar nos horários da sua conveniência e de acordo com o desempenho ‘comercial’ de seus concorrentes. E nesse caso, o Jornal Nacional ‘seu carro chefe’, assim como todos os seus telejornais foi aos poucos, sendo transformados em uma nova forma de fazer novelas, bastando para tanto, redirecioná-los com conteúdo farto e facilmente 'programáveis' nos seus midiotas e no sentido de mudar o foco. E como vivenciamos um momento de turbulência política e de roubalheiras, as tramas passou ser escrita não por seus autores novelescos e sim por seu pessoal equipe de ‘jornalismo’.

Desta forma e assim sendo, assuntos não lhes faltam. Os pratos são servidos diuturnamente pelas instituições públicas as quais e por sua vez deveriam zelar pela ética, pela moral e responsabilidade perante uma nação por inteira, pelo fato dos condutores da imoralidade e da falta de ética, baseados numa constituição de 'conveniências', já não mais nada representar e cujas pautas, são acintosamente reproduzidas e enviadas para as casas dos midiáticos, ao seu bel prazer me cujos principais protagonistas encastelados nos poderes centrais da nação e no envolver quase todas as autarquias, as quais deveriam, dignamente ser honradas na condicional de autarquias verdadeiramente públicas, as quais e nos seus descaminhos, lhes fornecem combustíveis as custas de uma degradação nacional. No que e infelizmente, não é isso que os seus indignados e sem chips cidadãos, se encontra a observar, infelizmente. Por> MM Souza.                     

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