domingo, 17 de setembro de 2017

Que esqueçam a Gisele

Retratação arquivos Wikpédia
- Em 2016 e com a mesma vontade de dar força a 'grandes causas', sabendo que conta sempre com uma cobertura positiva da mídia, ela apoiou o golpe, lembra o jornalista Kiko Nogueira, ao comentar as lágrimas da modelo Gisele Bündchen no Rock In Rio.
Eu cá com os meus botões diria muito mais; lagrimas de crocodila. A ‘cidadã’ já não mais possui a cidadania brasileira, a carteira de identidade dela é o Green Card. Casada com americano e filhos gestados e nascidos na America, o que poderia se esperar dessa cidadã que e mesmo nascida no Brasil, corre nas suas veias sangue de origem Européia. Se ela assim agiu é porque deu-se a ousadia em considera-la cidadã brasileira, que por sua vez, se juntara ao grupo dos apátridas, incluindo muitos espalhados pelo país afora, incluindo nas raias políticas.
Os quais aqui se estabeleceram e hoje na verdade seguram a bandeira de sua origem comutantemente ajustada com a dos EUA.
Que a dona Gisele assuma publicamente, a sua condição de apátrida a serviço dos interesses americanos como fazem os espiões da CIA e todos os quais se ajustam a esse tipo de procedimento. Aliás, lembro-me a coincidência do seu nome com titulo de uma reconhecida obra “Gisele Espiã Nua Que Abalou Paris”. Trama ocorrido no transcorrer ocupação das tropas alemãs no território francês transcorrer período da II Guerra Mundial e cuja personagem descrita por David Nasser, a retrata e no caso procedendo numa inversão de valores, por a mesma atuar em defesa da sua pátria, pátria originária, pátria amada.
Assim sendo explica-se as razões de suas atitudes e que a fizera ajustar-se aos inúmeros apátridas existentes no país e principalmente, os atuantes dentro da planilha política brasileira.  Por > MM Souza.
  



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