terça-feira, 5 de setembro de 2017

Confiar e acreditar em quem mais?

Antes do golpe parlamentar cutelando a democracia do país, institutos de pesquisas anunciavam completa aprovação da população às forças armadas do país, colocando-as em primeiro lugar em se tratando de credibilidade. No que e a partir das informações que seguem diante da sua passividade em sequer repassar a mesma população que a apoiava de que não estava errada pelo respeito que se deve ter com as coisas públicas e principalmente patrimoniais da república, as quais defenderiam a constituição e principalmente os interesses do seu povo. No que e após tomar conhecimento de um conteúdo como o que segue, com certeza se pesquisados na atual conjuntura, decerto que os pesquisados mudariam o seu conceito, suas opiniões.
Mais vamos a meteria que fora gerada em referenciada página; Brasil 247, na data correspondente a 31/07/2017.      
- 247 – A “faxina” promovida pela presidente Dilma Rousseff já derrubou 20 pessoas do Ministério dos Transportes, mas talvez tenha agora que entrar numa outra seara. Até o Exército, que também executa algumas obras rodoviárias do PAC, prestando serviços para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes é suspeito de desvios.
Reportagem da Folha de S. Paulo, publicada neste domingo, aponta que o general Enzo Peri, comandante do Exército, e outros sete generais, são alvo de investigação da Procuradoria-Geral de Justiça Militar e sob suspeita de participação em fraudes nas obras executadas pelos militares.
Ao todo, foram apontados indícios de fraudes em 88 licitações, com desvios de recursos que somariam R$ 11 milhões. As suspeitas vão desde roubo de materiais de construção até favorecimento de empresas e direcionamento de licitações.
Cerca de 2,7 mil homens do Exército atuam atualmente em obras de rodovias e aeroportos e na transposição do Rio São Francisco, num total de R$ 2 bilhões em orçamento. O envolvimento de militares em irregularidades nessas obras é apurado pela Procuradoria de Justiça Militar, pelo Ministério Público Federal e pelo Tribunal de Contas da União. A Procuradoria de Justiça Militar em Recife já denunciou militares envolvidos em furto de material de construção nas obras de duplicação da BR-101. Nas obras da BR-163 na divisa entre Mato Grosso e Pará, o problema é sobrepreço, segundo o TCU.
O Ministério Público Militar identificou e denunciou no mês passado uma organização criminosa responsável pelo desvio de R$ 11 milhões. O grupo era chefiado por um coronel e um major do Exército, que intermediavam os desvios com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), segundo a denúncia da Procuradoria Militar.
Ai se pergunta, será necessário falar mais alguma coisa? Por> MM Souza.

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