
Antes do golpe parlamentar
cutelando a democracia do país, institutos de pesquisas anunciavam completa aprovação da população às forças armadas do país, colocando-as em primeiro lugar em se tratando de
credibilidade. No que e a partir das informações que seguem diante da sua
passividade em sequer repassar a mesma população que a apoiava de que não estava errada pelo respeito que se deve ter com as coisas públicas e principalmente patrimoniais da república, as quais defenderiam a constituição e principalmente os interesses do seu povo. No que e após tomar conhecimento de
um conteúdo como o que segue, com certeza se pesquisados na atual conjuntura, decerto que os pesquisados mudariam o seu conceito, suas opiniões.
Mais vamos a meteria que fora gerada em referenciada página; Brasil 247, na data correspondente a
31/07/2017.
- 247 –
A “faxina” promovida pela presidente Dilma Rousseff já derrubou 20 pessoas do
Ministério dos Transportes, mas talvez tenha agora que entrar numa outra seara.
Até o Exército, que também executa algumas obras rodoviárias do PAC, prestando
serviços para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes é
suspeito de desvios.
Reportagem da Folha de S. Paulo,
publicada neste domingo, aponta que o general Enzo Peri, comandante do
Exército, e outros sete generais, são alvo de investigação da Procuradoria-Geral
de Justiça Militar e sob suspeita de participação em fraudes nas obras
executadas pelos militares.
Ao todo, foram apontados indícios de
fraudes em 88 licitações, com desvios de recursos que somariam R$ 11 milhões.
As suspeitas vão desde roubo de materiais de construção até favorecimento de
empresas e direcionamento de licitações.
Cerca de 2,7 mil homens do Exército atuam
atualmente em obras de rodovias e aeroportos e na transposição do Rio São
Francisco, num total de R$ 2 bilhões em orçamento. O envolvimento de militares
em irregularidades nessas obras é apurado pela Procuradoria de Justiça Militar,
pelo Ministério Público Federal e pelo Tribunal de Contas da União. A
Procuradoria de Justiça Militar em Recife já denunciou militares envolvidos em
furto de material de construção nas obras de duplicação da BR-101. Nas obras da
BR-163 na divisa entre Mato Grosso e Pará, o problema é sobrepreço, segundo o
TCU.
O Ministério Público Militar identificou
e denunciou no mês passado uma organização criminosa responsável pelo desvio de
R$ 11 milhões. O grupo era chefiado por um coronel e um major do Exército, que
intermediavam os desvios com o Departamento Nacional de Infraestrutura de
Transportes (DNIT), segundo a denúncia da Procuradoria Militar.
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