sábado, 16 de setembro de 2017

Louvado seja o Senhor Requião

Em carta ao Financial Times o senador Roberto Requião, questiona a legitimidade de Michel Temer para representar o Brasil num encontro com investidores internacionais a ser promovido pelo jornal em Nova York no final do mês; segundo o parlamentar, Temer vai apresentar aos empresários sua agenda de privatizações; Requião avisa: "Se Temer entregar o país, nós o recuperaremos"; "Esta carta é, pois, um meio público de advertir a todos os investidores que se reunirão com Michel Temer em Nova Iorque para evitarem, sob risco de perdas financeiras e patrimoniais, a compra dos ativos brasileiros que se prepara para serem levados a leilão", escreve o senador. Fonte: Brasil 247.
Eu diria BRAVO, BRAVO, uma vez mais e quantas vezes forem necessárias repetir; BRAVO Requião.
Que e num patriótico chamamento, cujo artigo-carta publicado e encaminhada pelo bravo e combativo senador Roberto Requião, questiona a legitimidade de um ilegítimo ‘presidente’, empossado graça a um golpe articulado e emplacado como se chapa branca fosse, por obtusos e ratificado por um grupo de nefastos parlamentares, envolvendo também parte do senado. Os quais transformaram em legitimo a ilegitimidade, mesmo contra o gosto de mais de 90% dos cidadãos do país. Planejadamente o infeliz e sem nenhuma consulta popular, sem nenhum respaldo se encontrara fatiando e doando o patrimônio nacional ao seu bel prazer, como se estivéssemos vivenciando numa republiqueta bananeira qualquer.
Diante das atitudes de um ‘cidadão’ que vem diante das suas atitudes provando, independentemente da maldição da bandeira política que o elegera, que com os seus cabelos brancos, que de fato possui aquilo roxo. Parabéns senador Requião, estamos horados por suas atitudes e mais os mais de 200 parlamentares de oposição que o acompanha nessa cruzada e se necessitar apelar para ações extremas em defesa da honradez e pureza da pátria, tenha além de convicção plena de que v.s. contará com irrestrito apoio da maioria dos pátrios cidadão. Por > MM Souza.


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