domingo, 2 de abril de 2017

Brasil e Venezuela politicamente iguais?

Na espeita
Num trocadilho não se sabe se foi vice ou versa, verdade é que e nos preparativos de retomar o continente na condição do seu quintal, os apátridas “encomendados” pelo Tio Sam, se encontram assanhados, planejaram o golpe no Brasil via apátridas, os quais se dizem cidadãos brasileiros apenas nos seus respectivos documentos.
Seguidamente vem a Argentina, a qual passara por maus bocados durante a gestão Kirchner e que terminou por Obama fazer uma visita comemorativa imediatamente após a vitória de Macri e com isso dando uma cabal resposta, diante da possibilidade do país em conformidade com os investimentos políticos e econômicos, avançar como liderança no continente, no que e não satisfeito o mesmo enciumado com a parceria formalizada entre as principais economias emergentes do mundo; Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul. Se transformando na gota d’água e mais ainda com a formalização do Banco denominado BRINCS, o qual e no disponibilizar de dinheiro para emprestar aos respectivos países parceiros com juros menores que o FMI e desta forma concorrendo com o banco Europeu no emprestar dinheiro aos seus eternos dependentes latinos e africanos.

Na ação
Assim sendo arquitetaram e prepararam o plano conspiratório no sentido de tirar o Brasil de tempo. Primeiramente no continente e por último na África e no sentido de avançar mundo a fora, principalmente junto ao continente africano cujo continente o Brasil e a China, vinham avançando nos seus projetos sociais e econômicos. E por último, selaram o golpe, no contarem com parcimônias das mais altas esferas do país, mancomunados com o seu principal veículo de comunicação, o qual por sua vez, fora criado para tais finalidades, pela CIA, via Time Life desde a ditadura de 64. Como tudo vinha andando nos conformes, agora investem contra a Venezuela e de resvalo ainda e por último, vem o Paraguai.

Assim e desta forma, tudo segue como dantes nos quarteis dos senhores Abrantes; já que por aqui, pela incapacidade do seu povo de reagir a altura, imaginam eles jamais o país se transformar num Iraque e até mesmo numa Síria e se reagisse, seria mais um candidato a trocar o pre sal por armas. Por MM> Souza.

    

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