Na
verdade as bombas atômicas reservadas pelo ditador Norte Coreano devem se
encontrar armazenadas em pontos estratégicos do Brasil e cujas espoletas e
martelos, se encontrarem em mãos de radicais políticos da direitona, os
quais não satisfeitos com a derrota nas urnas através do exercicitar da
democracia, implantaram o sistema “Arrasa Brasil”; nem que e para tanto, tenham
que provocar tsunamis, terremotos e por último bater o martela nas suas
espoletas e assim sendo o que faltar destruir, será arrasado no complementar com a batida dos seus respectivos martelos. Cujos últimos recursos e martelos, se
encontram nas mãos de quem deveria utilizá-los em defesa das leis
constitucionalmente promulgadas.
Observem a seguir conteúdo veiculado nesse final-inicio de semana, em referenciada pagina; www.brasil247.com.br:
- Prefeito João Dória, que tenta se viabilizar como o nome do
PSDB para enfrentar o ex-presidente Lula nas eleições de 2018, atribuiu ao
adversário a recessão atual e os 13 milhões de desempregados, que foram produto
do golpe -- e não da era Lula; "O ex-presidente Lula quase destruiu o
Brasil. Então, é inadmissível um homem que quase destruiu a nação, que impôs o
maior assalto ao dinheiro público jamais visto na história da humanidade, que
ofereceu três anos de recessão, 13 milhões de desempregados, queira agora
voltar a ser candidato e disputar sob a alegação de que é o salvador do Brasil.
Salvar o quê?", questionou o tucano, em entrevista neste domingo 23.
Como
não bastasse ainda aparece um falastrão chamado Bolsonaro, o qual e até o
surgir a oportunidade de nos seus plantões nas esquinas da vida e no contar com a sorrateira mídia,
ninguém o conhecia, até então se tratava de um Zé qualquer. Acho que os mesmos envolvendo
Bolsonaros e Dórias além do contra peso Global Luciano Huck, os quais e de
posse das ’espoletas’, estão na verdade preparados pela direitona e no sentido
de fazer confusão. E assim sendo, chegando e no agradar o Tio Sam, a uma
perigosa situação, mesmo que a um preço muito alto por ser pago para a população brasileira,
tal qual se encontra a bater nas portas da Venezuela. Por MM> Souza.

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