segunda-feira, 10 de abril de 2017

Direitos? Para que direitos constitucionais?

O considerado interino Michel Temer 
Com uma constituição capengante arquitetada por filhotes da ditadura eleitos numa primeira rodada e sem ao menos tivesse realizado um plebiscito solicitando a opinião do povo eleitor. Desta forma e com a denominação de nova constituinte, fora a mesma empurrada ´goela a dentro´ de incautos cidadãos-eleitores.
Assim sendo e num momento impróprio para o episódio é que fora montada a nova constituição federal pós-golpe, ‘quartelada’ promovida pelos militares no ano de 1964, no retirarem do poder um presidente constitucionalmente eleito.
 Passados os tempos e após o país traído pelos descendentes de Judas, destituíram num golpe parlamentar comprometido com a corrupção institucionalizada no país, retiraram do poder uma presidenta eleita por 54 milhões de ´babacas´ eleitores, os quais foram as urnas para escolhê-la para representar a figura máxima do país, política e administrativamente. Traída por pessoas que mais parecem afinados com as atrocidades promovidas pelos radicais religiosos que se auto intitula islamitas. “Esse povo que tomaram planejadamente o poder de assalto através de uma constituição capengante, no momento se arvoram do poder no contar com um senado, uma câmara, parcimônia com os togados e midiaticamente com os considerados maiores veículos de comunicação do país, fazem e acontecem no contar com a inercia do povo ‘do cabresto midiático’, que aceita passivamente os seus ditames. E prova disso, basta observar o conteúdo a seguir veiculado na mídia nessa segunda feira:
 - "A reforma da Previdência foi desfigurada, o Temer cedeu além de todos os limites"; foi assim que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) descreveu a atuação de Michel Temer, então deputado federal e relator da reforma no governo tucano; FHC faz essa e outras avaliações constrangedoras de Temer no primeiro volume de seu livro de memórias, os "Diários da Presidência"; FHC ainda acusa Temer de faltar com a palavra: "Na última hora o Michel Temer mudou coisas muito importantes que havia combinado conosco, tornando a reforma previdenciária muito pouco eficaz para o combate de uma porção de abusos", escreveu o tucano, sem mencionar quais foram essas alterações; "Dá para perceber que realmente o Congresso não quer mudar nada no que diz respeito às corporações e aos privilégios", completou. Aí pergunta-se; da para falar mais alguma coisa? Por> MM Souza.

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