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| O considerado interino Michel Temer |
Com
uma constituição capengante arquitetada por filhotes da ditadura eleitos numa primeira
rodada e sem ao menos tivesse realizado um plebiscito solicitando a opinião do
povo eleitor. Desta forma e com a denominação de nova constituinte, fora a
mesma empurrada ´goela a dentro´ de incautos cidadãos-eleitores.
Assim
sendo e num momento impróprio para o episódio é que fora montada a nova
constituição federal pós-golpe, ‘quartelada’ promovida pelos militares no ano
de 1964, no retirarem do poder um presidente constitucionalmente eleito.
Passados
os tempos e após o país traído pelos descendentes de Judas, destituíram num
golpe parlamentar comprometido com a corrupção institucionalizada no país,
retiraram do poder uma presidenta eleita por 54 milhões de ´babacas´ eleitores,
os quais foram as urnas para escolhê-la para representar a figura máxima do
país, política e administrativamente. Traída por pessoas que mais parecem
afinados com as atrocidades promovidas pelos radicais religiosos que se auto
intitula islamitas. “Esse povo que tomaram planejadamente o poder de assalto através
de uma constituição capengante, no momento se arvoram do poder no contar com um
senado, uma câmara, parcimônia com os togados e midiaticamente com os
considerados maiores veículos de comunicação do país, fazem e acontecem no contar
com a inercia do povo ‘do cabresto midiático’, que aceita passivamente os seus
ditames. E prova disso, basta observar o conteúdo a seguir veiculado na mídia nessa
segunda feira:
- "A reforma da Previdência foi
desfigurada, o Temer cedeu além de todos os limites"; foi assim que o
ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) descreveu a atuação de Michel
Temer, então deputado federal e relator da reforma no governo tucano; FHC faz essa
e outras avaliações constrangedoras de Temer no primeiro volume de seu livro de
memórias, os "Diários da Presidência"; FHC ainda acusa Temer de
faltar com a palavra: "Na última hora o Michel Temer mudou coisas muito
importantes que havia combinado conosco, tornando a reforma previdenciária
muito pouco eficaz para o combate de uma porção de abusos", escreveu o
tucano, sem mencionar quais foram essas alterações; "Dá para perceber que
realmente o Congresso não quer mudar nada no que diz respeito às corporações e
aos privilégios", completou. Aí pergunta-se; da para falar mais alguma
coisa? Por> MM Souza.

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