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| Sorriso bonito do magistrado Moro no cumprimentar um ficha suja... |
Em um vídeo que
circula pelas redes sociais, o coordenador da lava-jato, Deltan Dallagnol,
disse muito apreensivo que admitir a aprovação do PLS (projeto de lei do
Senado) 85/2017, relatado por Roberto Requião (PMDB), é “calar de vez a força-tarefa
da Lava Jato e o próprio juiz Sergio Moro.”
O tal projeto citado
na prática é apenas uma lei que visa coibir o abuso de autoridade e preservar
os direitos de qualquer cidadão, para que não seja punido injustamente por
aqueles que têm o poder de polícia e/ou comandem a lei, como o próprio
Dallagnol e Sérgio Moro.
O receio de Moro,
Dallagnol e Cia é que, com a aprovação dessa legislação, eles mesmos possam se
punidos pelos recorrentes excessos que cometem na lava-jato. Caso essa lei do
abuso de autoridade já estivesse em vigor, os comandantes dessa operação
poderiam pegar até 20 anos de prisão e multas.
No quadro abaixo,
elaborado pelo Jornal GGN, há os exemplos de abusos cometidos pelos membros da
lava-jato e as penas cabíveis, de acordo com a lei. Somadas, chegam aos 20 anos
de prisão.
Donde se conclui que aí
se encontra o temor além da manutenção de desejos e vontades do judiciário se
blindar e continuar fazendo politicagens nos bastidores. Não entenderam ainda os
homens da toga que a suprema força sempre foi e será a emanada do povo e que o
judiciário como um todo exerça o seu papel se voltando para as questões
inerentes ao cargo como sempre fora. Que entendam não caber ao judiciário
buscar midiaticamente notoriedade, no se arvorar acima das vontades correspondentes
a um estado democrático. Ou seja, que entendam que quem representa o povo em
todos os fóruns nacional e internacional é o eleito presidente no exercitar
representativa e administrativamente as vontades do seu povo.
Assim sendo; que o
judiciário caia na real, tome um chá de semancol e procure dentro das suas
legadas prerrogativas, suas posições, no darem conta dos seus respectivos
recados enquanto servidores públicos. Precisam os togados tomarem consciência juntamente
com a cúpula da Policia Federal que; as suas respectivas funções não permitem
tornar-se estrelas midiáticas da nação e que fique nos seus devidos lugares,
seus cantinhos, aliás, como sempre fora, ‘quietinhos’, no exercitar de suas
funções. Por>MM Souza.

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