sábado, 22 de abril de 2017

Lugar dos magistrados da nação

Sorriso bonito do magistrado Moro no cumprimentar um ficha suja...
Em um vídeo que circula pelas redes sociais, o coordenador da lava-jato, Deltan Dallagnol, disse muito apreensivo que admitir a aprovação do PLS (projeto de lei do Senado) 85/2017, relatado por Roberto Requião (PMDB), é “calar de vez a força-tarefa da Lava Jato e o próprio juiz Sergio Moro.”

O tal projeto citado na prática é apenas uma lei que visa coibir o abuso de autoridade e preservar os direitos de qualquer cidadão, para que não seja punido injustamente por aqueles que têm o poder de polícia e/ou comandem a lei, como o próprio Dallagnol e Sérgio Moro.
O receio de Moro, Dallagnol e Cia é que, com a aprovação dessa legislação, eles mesmos possam se punidos pelos recorrentes excessos que cometem na lava-jato. Caso essa lei do abuso de autoridade já estivesse em vigor, os comandantes dessa operação poderiam pegar até 20 anos de prisão e multas.
No quadro abaixo, elaborado pelo Jornal GGN, há os exemplos de abusos cometidos pelos membros da lava-jato e as penas cabíveis, de acordo com a lei. Somadas, chegam aos 20 anos de prisão.
Donde se conclui que aí se encontra o temor além da manutenção de desejos e vontades do judiciário se blindar e continuar fazendo politicagens nos bastidores. Não entenderam ainda os homens da toga que a suprema força sempre foi e será a emanada do povo e que o judiciário como um todo exerça o seu papel se voltando para as questões inerentes ao cargo como sempre fora. Que entendam não caber ao judiciário buscar midiaticamente notoriedade, no se arvorar acima das vontades correspondentes a um estado democrático. Ou seja, que entendam que quem representa o povo em todos os fóruns nacional e internacional é o eleito presidente no exercitar representativa e administrativamente as vontades do seu povo.
Assim sendo; que o judiciário caia na real, tome um chá de semancol e procure dentro das suas legadas prerrogativas, suas posições, no darem conta dos seus respectivos recados enquanto servidores públicos. Precisam os togados tomarem consciência juntamente com a cúpula da Policia Federal que; as suas respectivas funções não permitem tornar-se estrelas midiáticas da nação e que fique nos seus devidos lugares, seus cantinhos, aliás, como sempre fora, ‘quietinhos’, no exercitar de suas funções. Por>MM Souza.   

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