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| Huck e a república bananeira |
Só que a mesma quando apostou no Aécio, não imaginou que o Brasil de hoje não é mais o Brasil de ontem. Ontem tínhamos 90 milhões em ação e hoje, passamos dos 200.
E baseado na premissa Global, quem anunciou pré-candidatura
para presidente em 2018? Antes de qualquer analogia observe:
O projeto "Luciano Huck, o retorno" é o último recurso da direita brasileira para enfrentar o ex-presidente Lula em 2018 ou antes, caso Michel Temer seja cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral e a pressão popular garanta diretas já; essa ideia esdrúxula, que tem o aval do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, nasceu em 2011, com uma capa de Veja, chamada "a reinvenção do bom-mocismo", mas foi logo abortada diante das fragilidades de Huck, sempre muito próximo de personalidades como Sergio Cabral, Eike Batista e Aécio Neves; agora, com o que sobrou da direita após o golpe somente sobrou Jair Bolsonaro e João Dória, o novo Jânio Quadros, FHC tenta testar novos nomes para evitar o colapso de seu partido; os atributos de Huck, depois da deslegitimação da política, seriam sua base de seguidores no Twitter e o fato de supostamente ser "bonzinho.
Bem, não pode se estranhar porque o partido Plim Plim já existe, se tratando da coligação partidária Ponto G. No que e num passado recente a mesma usava outras coligações como ponte e assim sendo a coisa foi andando e como tudo discorria no seu jeito e dominado os midiotas, a mesma sai agora com candidatura próprio. Tá satisfeito? Ou quer mais? Se deseja mais a respeito, fica para depois porquê em se tratando do assunto, ficamos por enquanto a observar da nossa torre de vigília. Por > MM Souza.

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