sábado, 25 de março de 2017

As ainda cabeças pensantes

J Bastos
O que ainda pode ser denominado como uma das poucas reservas pensantes do país, os professores encontram-se sob fogo cruzado de alguns que teimam em corporativamente, em detrimento dos seus interesses midiáticos pessoais, ataca-los.
Sindicato de Classe
Assim se entendendo localmente, por conta de uma demanda envolvendo; um musico-radialista e a entidade representativa dos professores, na defesa de seus interesses pessoais e corpóreos, através das suas ligações com o sistema político midiático do município de Eunápolis, região Extremo Sul do estado da Bahia.

Segundo porta-voz da categoria, resolveu o repórter e sabe-se lá os porquês, bater de frente com a  entidade representativa da categoria, APLB. Quiçá até mesmo intimidatória, pelo fato do mesmo representar a corporação midiática, por o veiculo em que atua pertencer ao grupo de apoio do atualmente gestor do dito município.

Denominando-se como Jota Bastos ´O repórter´, apresenta o mesmo, um programa ´pauta livre´, em uma das emissoras do grupo de apoio ao prefeito e por se tratar de um programa sem pauta, fala o mesmo o que lhe aprouver e em algumas situações, cheio de conteúdos controvertidos. Assim sendo, o dito cujo resolveu manifestar a sua opinião no que se refere as reivindicações naturais da categoria e por último, por ocasião da realização de uma manifestação realizada na última quinta-feira (23), no convocar a APLB, uma manifestação no desfilarem nas principais avenidas comerciais sede do município. Ocorrendo no finalizar a manifestação em frente a sua sede, coincidentemente localizada uma quadra após localização da emissora aonde o cidadão realiza diariamente os seus discursos.

No citar o seu nome por algumas das liderança presentes quanto a sua postura enquanto repórter e cuja manifestação naquele instante visava o governo federal, no solicitarem a sua atenção no que concerne aos interesses da categoria e como acontece em todo o território nacional, relativos ao  que vem ocorrendo em todos os quadrantes do país no protestarem contra as regras do jogo bruto do governo, no contrariar interesses da classe e principalmente, contra os trabalhadores em geral, além de oportunamente protestarem contra a reforma da previdência como e também o reconhecimento por parte do governo em conformidade com o que recomenda a lei em obediência ao pisos salarial da categoria.
No aproveitar a oportunidade e como extremo recurso, a categoria ameaçou contra atacar, utilizando as suas armas no apelarem para os patrocinadores do seu programa deixar de apoiá-lo.
Assim sendo e desta forma, encontra-se o mesmo na berlinda e com um problemão por ser resolvido perante a categoria. Por MM-Souza.     


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