![]() |
| Figuras meramente ilustrativa |
É inconcebível como imperativo que algo tenha que acontecer nesse país no sentido
de que o povo, digo o povo massa, acorde para uma realidade que esse mesmo povo
teima em fazer de conta que na verdade vivenciamos os nossos dia a dia como se
fosse um eterno carnaval. O povo que a Globo e outros midiáticos colou chip nas
suas respectivas cabeças acompanhado de um cartão digital com respectivos números
de senhas coletivamente ajustadas, um povo que não viu no último pleito
municipal a oportunidade de se livrar dessas artimanhas não respaldando nas
urnas os conspiradores da nação midiaticamente divulgados pelas coligações partidárias
que lhes dão apoio.
Um
povo que através dos implantados chips provou por ocasião da última folia, que continuam
portadores dos chips contendo um produto chamado ‘opio que o povo muito gosta’
e cujas carteirinhas, lhes dão acessos midiáticos em todos os quadrantes do
país e desta forma e formula modelara a Globo e seus parceiros, uma nova
formula androidiana no dirigi-los, procedendo jornalisticamente, ampla
cobertura nos palcos das riquezas carnavalescas, no venderem as suas transmissões
para mais de uma centena de países e a custa desse povo, povo que lhe dar sustentação
sem que contribua sequer com um único caroço de feijão nas suas respectivas panelas.
![]() |
| Fim de linha |
Cujo veiculo nas suas formulas de atração e agrado, colocara os seus repórteres nas ruas com a missão de entrevistar o povo, cara a cara, olho no olho e no sentido de repassar para o país e para o mundo que; o opio se encontrava surtindo efeito, cujo ópio é reconhecido mundialmente como carnaval e assim sendo, no seu estado de êxtase total saíram por ai irradiando alegria e o povão respondendo num estagio letárgico.
Para
finalizar a peleja, passado o estado de êxtase coletivamente, tudo volta como
dantes, nos quarteis dos senhores Abrantes. Sendo o problema maior, quando
vencerem os seus respectivos cartões de credito, ‘aí a cobra vai fumar’, no perceberem
se tratar individualmente por se tratar de pessoas desempregadas e sem a menor condição
de honrar compromisso algum, em se tratando de dinheiro, “dindim acabou”. Por > MM Souza.


Nenhum comentário:
Postar um comentário