quarta-feira, 1 de março de 2017

Carnaval e dim dim também acabou

Figuras meramente ilustrativa
É inconcebível como imperativo que algo tenha que acontecer nesse país no sentido de que o povo, digo o povo massa, acorde para uma realidade que esse mesmo povo teima em fazer de conta que na verdade vivenciamos os nossos dia a dia como se fosse um eterno carnaval. O povo que a Globo e outros midiáticos colou chip nas suas respectivas cabeças acompanhado de um cartão digital com respectivos números de senhas coletivamente ajustadas, um povo que não viu no último pleito municipal a oportunidade de se livrar dessas artimanhas não respaldando nas urnas os conspiradores da nação midiaticamente divulgados pelas coligações partidárias que lhes dão apoio.
Um povo que através dos implantados chips provou por ocasião da última folia, que continuam portadores dos chips contendo um produto chamado ‘opio que o povo muito gosta’ e cujas carteirinhas, lhes dão acessos midiáticos em todos os quadrantes do país e desta forma e formula modelara a Globo e seus parceiros, uma nova formula androidiana no dirigi-los, procedendo jornalisticamente, ampla cobertura nos palcos das riquezas carnavalescas, no venderem as suas transmissões para mais de uma centena de países e a custa desse povo, povo que lhe dar sustentação sem que contribua sequer com um único caroço de feijão nas suas respectivas panelas.
Fim de linha

Cujo veiculo nas suas formulas de atração e agrado, colocara os seus repórteres nas ruas com a missão de entrevistar o povo, cara a cara, olho no olho e no sentido de repassar para o país e para o mundo que; o opio se encontrava surtindo efeito, cujo ópio é reconhecido mundialmente como  carnaval e assim sendo, no seu estado de êxtase total saíram por ai  irradiando alegria e  o povão respondendo num estagio letárgico.

Para finalizar a peleja, passado o estado de êxtase coletivamente, tudo volta como dantes, nos quarteis dos senhores Abrantes. Sendo o problema maior, quando vencerem os seus respectivos cartões de credito, ‘aí a cobra vai fumar’, no perceberem se tratar individualmente por se tratar de pessoas desempregadas e sem a menor condição de honrar compromisso algum, em se tratando de dinheiro, “dindim acabou”. Por > MM Souza. 

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