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| Fidel Castro - Deixou um legado, legado de grande líder mundial |
Não
faz muito tempo, apenas menos de uma geração, ocasião que muito jovem ainda iniciava no
jornalismo e no Brasil, se encontrava o país em pleno andamento a ‘propalada Revolução Militar’, a
qual e apoiada pelos EUA, na verdade não passara de mais uma quartela dentre as muitas fomentadas
no continente pela tropa de espiões do Tio Sam.
Enfim
ainda iniciante na comunicação, lotado no setor de jornalismo de referenciada
emissora de rádio da capital baiana, cujo redator chefe na condição de diretor do departamento de jornalismo era
simplesmente o além de ilibado e respeitado profissional do segmento, também presidente
do Sindicato dos Jornalista do Estado a Bahia naquele período, professor Alírio
Damasceno. Naquele período acompanhamos os passos do primeiro homem a pisar na Lua pela primeira vez, guerras frias e quentes, como a existente entre os EUA e União Soviética; seguido da Guerra do Vietnã, a dos guerrilheiros contrários ao Estado de Israel ‘Setembro Negro’ e por aí vai. Porém existia um cidadão que apesar do seu pequeno país se encontrar praticamente nas portas dos fundo da toda poderosa América do Norte e diante da qual, o mesmo resolveu não se ajoelhar curvando-se diante dos seus ditames. Recorrendo ao seu parceiro mais fortalecidos especialmente a a União República Socialista Soviética, agindo diferentemente de outras nações do continente latino, que optara em se curvar diante do FMI e desta forma abrindo as suas portas não tão somente para o capitalismo selvagem praticado pela América do Norte como e também, as suas fragilizadas independências enquanto nações.
Determinado, Fidel Castro através dos seus fidelizados amigos, apontara para o coração da Américas ogivas nucleares e por isso e no passar a guerra fria, fora o mesmo juntamente com o seu povo, condenado a sobreviver apenas a pão e água e nem mesmo assim se curvara, não permitindo que agentes da CIA ocupassem as suas belas praias. Resistira o quanto pode naqueles cruciantes momentos, tendo como ponto de partida usar a força contra os sonhadores, 'filhotes da toda poderosa', depois passara nos ferros muitos deles, ao passo que outros tantos foram mofar nas masmorras. Desta forma e determinado, mesmo passando por décadas a pão e água sobreviveu e por mais de cinco décadas, aos ditames das intolerâncias e no lutar pela independência daquela pequena 'grande' ilha.
Portanto
em se tratando de suas ações enquanto homem e enquanto cidadão, o mundo atual e
após sua partida, até mesmo os seus arqui-inimigos, reconhecera se tratar na pior das hipóteses, de um grande homem, além de leal aos amigo e companheiros de batalhas, incluindo Che Guevara. Por > MM Souza.

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