quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Um Brasil partidariamente caminhando para a 'tolerância zero'

Bandeira rachada
Aos poucos e com as ações dos inconformados com o afastamento truculento imposto a constitucionalmente eleita presidente Dilma, vão surgindo nomes que num futuro próximo a história reconhecerá os seus méritos o contrários as intolerâncias e que constitucionalmente em conformidade com um estado democrático, se envolvem ativamente em atos de protestos e desta forma vão surgindo nomes como a senadora  Gleisi Hoffmann, a estudante Ana Júlia e por último a primeira vítima cabal da intolerância familiar unicamente por ‘falta de entendimento familiar além de humano entre as pessoas as quais se envolvem em questões tidas como tolerância zero no envolver a morte do jovem estudante Guilherme Neto.
Obviamente que e enquanto durar o regime de intolerância imposto pela tropa de choque parlamentar, envolvendo seus comandantes-mor, Eduardo Cunha (PMDB), felizmente trancafiado, e o atualmente ‘não eleito’, Michel Temer (PMDB), envolvendo as eminências Aécio Neves e FHC (PSDB) e partidários também promotores da conspiração.
Observem matéria veiculada pela resistente página 247, veiculada no dia 17 do corrente, revelando o descalabro biblicamente falando, 'o pai indo contra o próprio filho, desfechando vários tiros contra a sua própria carne, sua própria construção.                                                                                                    > O promotor de Justiça e professor da Faculdade de Direito de Sorocaba (SP), Jorge Alberto de Oliveira Marum, causou polêmica ao chamar de "vagabundo" o jovem Guilherme Neto, assassinado pelo pai em Goiânia, por participar das ocupações estudantis; Marum compartilhou notícia sobre a tragédia no seu Facebook e comentou: "Não precisava tanto. Era só cortar a mesada do vagabundo e chorar no banho"; depois, o promotor considerou "infeliz" o comentário que fez e pediu desculpas aos familiares; corpo do jovem foi enterrado ontem em Goiânia.
à população brasileira não se deu conta ainda, o quanto a realidade dos evidentes fatos, consequência dos midiáticos também conspiradores além dos comprometimentos partidários envolvendo instituições federativas. No que afirmamos; se não encontrarem caminhos de diálogos rápidos, envolvendo esquerda e direita, os confrontos por enquanto de palavras, poderão crescerem tornarem inevitáveis no tomarem ruas e avenidas país a fora E assim sendo exigindo intervenção maior das já cambaleantes instituições controladoras da ordem pública. E assim sendo, tudo provocado em função da falta de institucionalidade de um cargo. Por> MM Souza.  


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