A situação chegou a tal ponto que somente enxergamos uma única saída, pena de morte. Assim entendemos pelo fato da banalização das leis existentes e quando a mesma os ameaçam, utilizam os meios mais esdrúxulos possíveis no sentido de através do congresso e do senado aprovarem as leis que muito bem poderia ser denominada como, 'lei da bandidagem política'. Cujos procedimentos, a nação brasileira muito bem já conhece, no contar com a parcimônia do Ministério Público Federal, reconhecidamente atuante na condição de coligação partidária, infelizmente.
No que deveria e por ocasião do pleito eleitoral, estender em termos de consulta, ‘via urna eletrônica’, adicionando assuntos do interesse público numa espécie de consulta ou plebiscito mesmo, afinal, perde-se tanto tempo entre deslocamentos e filas para em apenas alguns pouco minutos se votar. Aí pergunta-se: Porque não e nessas ocasiões ‘após ampla divulgação’ adicionar temas temáticos e de utilidade pública em tais ocasiões? Inclusive a pena de morte?
Somente e desta forma, se comprovado o desvio de conduta e de suas funções de servidor e principalmente no envolver-se e falcatruas as quais terminam por meterem as mãos nos cofres públicos, que e em conformidade com a gravidade, o sujeito pagaria com a pena capital consequente as suas ações, os quais burlarem acintosamente asas leis constituídas e desta forma acabando por incentivar meliantes comuns e perturbadores da ordem pública permitindo-os agirem a vontade e olhe que e se posto em pratica em regime de urgência em conformidade com a realidade atual, haja coveiro e cemitério para despachar tanta gente para o além.

O país já não suporta mais tantos descalabros e acintes, e o que é pior, diante de tantas armações, tantas falcatruas e banalizações e sem nenhum absoluto controle, assim sendo desmotiva os homens que são pagos para fiscalizarem as leis, desmotivando-os e assim sendo ‘literalmente jogando a toalha’. Por >MM Souza.
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