Juntando
os panos em uma única lavagem de roupa entre colorações negras e fortes
cores, com certeza e resumidamente, não dará em diferenciação alguma.

Assim
colocamos para o entendimento indicativo entre as questões políticas
relacionadas ao Estado Islâmico (EI) e as no Brasil praticadas. Bastando
tão somente e em termos comparativos se entender que; enquanto os
fundamentalistas de lá, resolvem as suas pendengas junto aos considerados inimigos de suas doutrinações espirituais, cabalmente os mesmos degolam as cabeças dos
considerados adversários, o de cá no procederem situações diferenciadas, praticam o ato de
minar o estado d’alma, física e mental dos seus concidadãos menos afortunados e
principalmente, os apreciadores das televisões ‘expositoras de frangos assados’, os verdadeiros alimentadores dos seus algozes.
Aonde queremos chegar; no nosso entendimento enquanto o califado de lá age com requintes de crueldade no expor as cabeças dos seus inimigos, o Califado do manda-desmanda, sob o manto de uma pseuda democracia utilizam metodologias diferenciadas, no chegarem aos mesmos denominadores, ou seja; ‘fazem e acontecem e com medo, a população descontente, se omite com receio de retaliações e quando aparecem para denunciar qualquer atrocidade, diante das impunidades que campeiam no país, quando aparecem na telinha, ao denunciarem, evitam exposições da sua cara quando e até o áudio reproduzido ‘sob efeito’, fica praticamente inaudível.
As denuncias veladas produzidas, via porões das masmorras, prende e condena sem qualquer julgamento através dos procedimentos constitucionais, no prender investigar e levar o indiciado aos tribunais. Assim sendo, entendemos que e na verdade, as torturas, constrangimentos e exposições diante uma parcimoniosa além de ávida corporação, simplesmente detonam os seus inimigos e de forma não menos pior, como também não menos dolorosa, que o formato praticado pelos representantes do Califado Islâmico. Por> MM Souza.

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