Dias
de hoje:
247 - O desmatamento na Amazônia cresceu 29% entre agosto de 2015 e
julho de 2016, a maior alta dos últimos sete anos. Foram perdidas 7.989 km2 de
cobertura florestal. É o segundo ano consecutivo em que a taxa cresce. A
estimativa é do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por
Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
As informações são
do Valor.
"É um
desastre", diz Paulo Adario, estrategista senior de florestas do
Greenpeace Internacional. "É reflexo da falta de governança, da crise
econômica e política e da enorme especulação de terras."
O campeão do desmate
foi o Pará (3025 km2), seguido por Mato Grosso (1508 km2) e Rondônia (1394
km2). No Amazonas, estado da Amazônia Legal com maior variação percentual de um
ano ao outro, o desmatamento chegou a 1099 km2, aumento de 54% em relação ao
período anterior.
"Essa taxa
comprova que a luta contra o desmatamento precisa ser uma batalha nacional, não
mais apenas da área ambiental", disse André Guimarães, diretor-executivo
do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), segundo nota do
Observatório do Clima. "Precisamos de novos incentivos, de monitoramento
mais eficiente e do envolvimento do setor privado. Só comando e controle não
bastam mais."
Dias de ontem:
Sobre os desmatamentos no Brasil, Dilma lembrou na ONU ter anunciado
durante a cúpula da Agenda 2030, em Paris, a contribuição brasileira de 37% de
redução dos gases de efeito estufa até 2025, além da meta de redução de 43% até
2030 – tomando 2005 como ano-base, em ambos os casos.
“Alcançaremos o desmatamento zero na Amazônia e vamos neutralizar
as emissões originárias da supressão legal de vegetação”, disse, completando
que o desafio brasileiro é restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de
florestas e outros 15 milhões de hectares de pastagens degradadas.
“Promoveremos também a integração de cinco milhões de hectares de
lavoura-pecuária-florestas.” Pesquisa > MM Souza. Fonte Google.



































