domingo, 14 de agosto de 2016

Quebradeira e comércio vale tudo...

Uma palavra triste; ‘CRISE’, a qual e infelizmente está em moda no Brasil atual. Obviamente se tratar de uma palavra muito forte, porém e na realidade dos dias atuais, não tem como esquecê-la. O golpe contra a população foi duro, até mesmo além da conta, inimaginável por quem a provocou.
Certo é que politicamente os responsáveis pela crise institucional e política provocada por pessoas que talvez nem gostasse, por raiva, rancor ou irresponsabilidade, no afã de destituir do poder e 'na marra' de quem se encontrava lá, não mensuraram que no bater forte demais e no provocar choque de opinião pessoal, não atentaram que não se encontravam junto tão somente de uma turminha de esquina de rua e a discutir assuntos corriqueiros. Não pensaram que estavam brincando com mais de duzentos milhões de pessoas.
Resultado, irresponsavelmente e unicamente em nome de corporações politico midiáticas, literalmente travaram uma economia que já se encontrava fragilizada porém, caminhando. Resultado; hoje bradam aos quatros ventos que os responsáveis são A, B ou C, no que e no frigir dos ovos infelizmente, ainda estamos no inicio de uma crise sem precedente na história do país e cujos resultados por serem computados mais adiante, não se sabe ainda no que vai dar, o que se observa no momento é um país descambando para os caminhos de um buraco sem fim, cujo país ainda embriagado pela festa das Olimpíadas, parte para uma quebradeira generalizada e não se deu conta que ‘o negócio é mais embaixo.

Oportunamente fizemos uma apanhado junto ao comércio do lugar aonde vivenciamos os nossos dia a dia Eunápolis (BA) e a conclusão que chegamos é que como ocorre no restante do país, se encontra no olho do furacão e assim sendo, promovemos uma caminhada pelas ruas centrais e lamentavelmente, deparamos somente com reclamações, lojas vazias, outras fechadas, promoções uma atrás da outra e profissionais da comunicação se virando nas portas das lojas na tentativa, através dos brados, atraírem clientes, contando até mesmo com ações de estilizados palhaços, no portarem microfones os quais entre caras e bocas, tentam atrair escassos passantes.
E o que é pior, o ‘interino’, mesmo sem ainda tomar o poder, anuncia que medidas mais drásticas serão tomadas, caso confirme a sua permanência no derrubar a presidenta de uma vez. E aí pergunta-se: Será que o país suportará? Até onde vai a paciência do seu povo?
Por enquanto é só e até oportunamente. Por MM Souza.

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