quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Dá-se inicio o Reality Show Global em Brasília

 Por ocasião decorrer da apresentação de uma ópera 'bufona' encenada no palco de um cirquinho mambembe armado no entorno da capital da ‘República’ e apresentado como se grande fosse e constando como plateia assistente, os midiáticos Globais e sendo oportunamente repassado aos mesmos, como se um grandioso espetáculo democrático fosse.
Pois bem, começou na tarde da última quinta feira, 25/08 do corrente ano e de fato, a confirmação de um golpe de estado planejado por mequetrefes, traíras e os cambaus, envolvendo todos os poderes da velha república.
Sinceramente eu no lugar da presidente Dilma, nem lá comparecia em respeito aos 54 milhões de votos pela mesma obtidos, os quais ao longo da campanha midiática promovida pela Globo e por descendências oligarcas, esses votos foram no andar da carruagem sendo diluídos e sumindo no poeirão e hoje somente lhe restando mal, mal, não mais que uns 10% do total que a fez assentar-se ao trono.
As cartas já estão marcadas não adianta chorar o leite derramado e assim sendo somente restado aos ‘babacas eleitores', digo; os mais conscientes, provocarem os seus velados protesto no decorrer da eleição dos seus cabos eleitorais envolvendo prefeitos e vereadores espalhados pelos quatro cantos da nação.
Ainda acreditando que e diante do desencantamento do eleitor e mediante a paranoia nacional em se tratando de política, os índices de abstenções nas urnas deverão ser alarmantes. E ainda digo mais; se o voto não fosse obrigatório, o índice de comparecimento seria considerado numa roda de meninos, como uma brincadeira de crianças.
Enfim; vocês que não aceita e nem assiste um espetáculo desse nível, fiquem atentos pelo fato das cartas já se encontrarem marcadas e assim sendo, diante da presença da presidente Dilma frente ao palco do senado, olhe lá se a mesma não venha sair após o embate, com cara pintada, roupão com padronagem constando multicoloridas bolinhas e nariz portando uma bolinha vermelhinha. Por> MM Souza.  

    

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