quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Noite da hipocrisia e da falcidade

Um quadro que o Brasil tão cedo esquecerá.
 "Não a muito o que dizer sobre a noite da hipocrisia", diz Tereza Cruvinel: www.brasil247.com.br sobre a votação que tornou a presidente Dilma ré no processo de impeachment; ela destaca da sessão o discurso "merecido" da senadora Gleisi Hoffman, que chamou os senadores de "hipócritas, hipócritas, hipócritas", lembrando Tancredo Neves em 1964, e descreveu sobre quem votou pelo golpe: "Nobres senadores encalacrados na Lava Jato e em outras investigações exaltavam o zelo republicano que teria faltado a Dilma, bradavam contra o abismo fiscal em que ajudaram a mergulhar o país com suas pautas bombas. Como se muitos deles não tivessem sido sócios do governo Dilma até às vésperas do afastamento. Mas ali estavam, diziam, para permitir ao país a restauração administrativa (apesar da gastança de Temer)".
Como cidadão enxergo o nosso país após navegar por mares de lama nos últimos tempos, a nomeada hipocrisia como uma punhalada pelas costas da Democracia. Se bem que a presidenta Dilma, permitiu isso no conviver ‘harmoniosamente’, ao lado de um grupo de bandidos e sequer avisou a nação e consequentemente aos seus eleitores que se encontrava politica e bandidamente encurralada. O crime que a imputo foi unicamente, ‘não ter feito na hora certa, uma carta aberta à nação antes de ser literalmente acuada’, pois a mesma repassou até mesmo ares de inocência ao tentar ceder às chantagens do congresso e via Cunha e do senado, via o seu vice, o qual a traia e chegando ao ponto que chegou. A mesma também cometeu erros perante a um judiciária que ‘por conveniência de alguns dos seus membros’ fazia vistas grosas e até mesmo atuavam convenientemente no relacionado às prementes questões.
Finalmente e no frigir dos ovos, retrocedemos em tudo e por muitos seguintes anos diante dos rolos e descalabros promovidos pelos ‘senhor’ Temer no querer mais uma vez agradar gregos, troianos e principalmente ao Tio Sam. Como também não se entende, os porquês do governo FHC, 'no seu período', haver se apaixonado pelo Tio e em especial pelo FMI. Como também se imagina que jamais a história contará 'caso o sistema político atual continue e se perpetue no poder. Por> MM Souza.  

    

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