sábado, 12 de setembro de 2015

República de Bananas


Maria Quitéria - simbologia da mulher brasileira.
Não consigo por mais que eu procuro entender naquilo e no meu entendimento, mesmo no meu vivenciar jornalisticamente, fatos isolados e evidentes no decorrer- período da Ditadura militar “imposta ao país nos anos 60”, no que e após a reabertura política desenvolvida a partir finais dos anos 70, como os concidadãos não conseguiram avançar politicamente quer seja enquanto nos seus deveres cívicos de cidadãos e principalmente postulantes a cargos politicamente públicos.

Existindo nesse caminhar, muita ignorância no que diz respeito as questões político-administrativa do país e principalmente no que se refere a um civismo acima de qualquer suspeita ou coisas e mais parecendo que a gente jamais e por maior avanço que consigamos na condição dos dedicados “guerreiros da pátria em homenagem aos  que deram além dos seus sacrifícios momentâneos, as suas próprias vidas em defesa da pátria", que e nessas épocas, fora amada e idolatrada e mais no momento por mais que evolua o país econômica e socialmente, sendo vistos como originários de uma república de bananas.

O que vejo politicamente no momento, é a existência de duas corporações políticas modeladas desde os temos da ditadura, ou seja; à sua época, ARENA e MDB, no representarem atualmente a siglas PT, (situação) e PMDB “por representar a corporação maior e com poder de articulação junto aos “partidinhos de aluguéis”, os quais ao serem convocados nas rodadas do “dando é que se recebe” conseguem reforçar as suas "sujas" jogatinas dos bastidores e assim reforçando as suas teses partidariamente, no reforçar o executivo central o mantendo como eterno refém dos seus propósitos no atendimentos ao poderes econômicos-financeiros do país.

Assim sendo transforma tudo numa verdadeira casa de prostíbulo e a tocar para o conforto dos seus frequentadores, somente músicas no tom reconhecidas Chulamente; como "samba do crioulo doido". Lamentavelmente. Por MM >Souza.     

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