Enxergam
milhares de pessoas que transitam diariamente utilizando as balsas que serve o
trajeto correspondente aos terminais existentes entre a sede do município de
Porto Seguro e o trecho conhecido como “Apaga Fogo”, ou seja, na outra margem
do histórico Rio Buranhém sentido de quem segue com destino ao (litoral sul)
envolvendo os distritos de Arraial D’Ajuda e Trancoso e por se tratar de uma
foz, encontro das águas do oceano com as do dito cujo e onde outrora existia
uma enorme riqueza em se tratando do equilíbrio ambiental, principalmente na
extensa faixa dos manguezais nas suas margens.

Como
se não bastasse os nocivos impactos ambientais diante do intensivo fluxo das
balsas, oportunidade que dejetos e vazamentos de óleo diesel são lançados nas
correntes, a manutenção e até mesmo reformas das balsas são procedidas a céu
aberto e como comprovam as fotos, reparos são realizados não tão somente nos
ditos meios de transporte e aí pergunta-se quem se preocupa com as reparações exigidas
pelos danos causados a natureza?
Como
observado no local entendido como deveria ser um estaleiro, ambientalmente
permitido dentro dos rigores das leis ambientais, se enxerga simplesmente uma
situação de caos total com resíduos de tintas e zarcões tóxicos usados e
jogados a céu aberto e ao Deus dará “em dobro”, se matar qualquer ser que
dependa daquele local para a sua sobrevivência, com certeza já morreu.
Em
se tratando do assunto, não faz muito tempo a administração da prefeitura local
fizera um acordo com a empresa responsável pela movimentação das balsas e no
sentido de compensar danos causados no que e politicamente acertando a construção
de uma passarela em frente ao prédio da prefeitura, (Casa da Lenha), a qual e coincidentemente
se encontra instalada as margens do dito rio e cuja utilidade seria apenas
servir como ornamento, quando e na verdade se devia cobrar mais ações do secretário
correspondente ao setor.
Quando
deveriam ser entendido; “até quando a natureza suportará tanto descaso?” Como
resolver as questões ambientais num mundo cada vez mais poluidor, um mundo que
certas gentes em nome da ganância e do poder, fazem vistas grosas e até os que
são tecnicamente e pseudamente preparados para cuidar das questões ambientais,
em nome de um nada, atrás das suas respectivas carteiras, se omitem e nada
fazem no sentido fiscalizatório.
Está
na hora de se acordar, o mundo diante de tanto acumulo de lixo se encontra
girando mais lentamente e principalmente sobrecarregado infelizmente com um
tipo de lixo chamado ser humano. Por>
MM Souza.

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