Comandados
eternamente elos “sultanatos”, anunciava-se que a qualquer momento entrariam em
conflitos internos e sem se saber de que forma resolve-los e aí vindo na fila
países como; Iraque cuja economia também se encontra quase esfacelada, Afeganistão
e ainda por cima vem países da África e
dentre outros o Sudão. No Golfo Pérsico encontrando-se o Irã que no andar da
carruagem sempre tem andado em quase estado de guerra eterna e por último o vizinho
Iraque, país que entrara num conflito que mais parece nunca acabar e cuja
economia também se encontra totalmente esfacelada em virtude de um prolongado e
desgastante conflito, se tratando de guerras mais tribais que outra coisa.
Aí
se pergunta; será que e com gestos humanitários não estariam esses países no aceitarem hordas de imigrantes desestabilizando as suas econômicas
e socialmente plantando bombas de efeito retardado? Como saber diante da gravidade
do problema, se no meio da horda não estaria vindo centenas de milhares de pregadores que se anunciam religiosamente pregadores radicais do mal espalhados pelo mundo. Não seriam mais conveniente além de proveitoso destinando os bilhões de dólares e euros investindo na solução dos conflitos e deixando esse povo nas suas origens "berçários culturais das suas existências"?
Cá
com os meus botões, acho que e no tentarem encontrar saídas com gestos
humanitários, estariam esses países instalando verdadeiras bombas sociais
políticas e religiosas, nos seus interiores infelizmente. Por -> MM Souza.



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