segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Bomba de efeito retardado

Que é positiva a ação humanitária dos países europeus, os quais e diante de um êxodo relacionado à questão dos refugiados procedentes de países em eternos conflitos e por último os originários da devastada Síria, cujo país apesar da sua prosperidade e equilíbrio econômico originários da sua principal fonte de renda o petróleo e cujo país envolto numa guerra quase tribal assim como a Líbia e cujos países diante das perdas nas suas principais fontes estabilizadoras econômicas se encontram socialmente em estado lastimável.

Comandados eternamente elos “sultanatos”, anunciava-se que a qualquer momento entrariam em conflitos internos e sem se saber de que forma resolve-los e aí vindo na fila países como; Iraque cuja economia também se encontra quase esfacelada, Afeganistão  e ainda por cima vem países da África e dentre outros o Sudão. No Golfo Pérsico encontrando-se o Irã que no andar da carruagem sempre tem andado em quase estado de guerra eterna e por último o vizinho Iraque, país que entrara num conflito que mais parece nunca acabar e cuja economia também se encontra totalmente esfacelada em virtude de um prolongado e desgastante conflito, se tratando de guerras mais tribais que outra coisa.
Aí se pergunta; será que e com gestos humanitários não estariam esses países no aceitarem hordas de imigrantes desestabilizando as suas econômicas e socialmente plantando bombas de efeito retardado? Como saber diante da gravidade do problema, se no meio da horda não estaria vindo centenas de milhares de pregadores que se anunciam religiosamente pregadores radicais do mal espalhados pelo mundo. Não seriam mais conveniente além de proveitoso destinando os bilhões de dólares e euros investindo na solução dos conflitos e deixando esse povo nas suas origens "berçários culturais das suas existências"?

Cá com os meus botões, acho que e no tentarem encontrar saídas com gestos humanitários, estariam esses países instalando verdadeiras bombas sociais políticas e religiosas, nos seus interiores infelizmente. Por -> MM Souza. 

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