terça-feira, 22 de setembro de 2015

A culpa é de quem mesmo?

Econômica e politicamente falando...
Num momento de crise política e até mesmo institucional alavancada pela operação Lava Jato e ameaças de golpismo, oportunamente mais parecendo encontrar-se todo mundo doido carreado pela paranoia conhecida como síndrome da “Crise–política econômica”, no descampar até mesmo para o institucional, no que aqui poderíamos muito bem até mesmo anunciar “procuramos culpados”.
Por um lado no relacionado às instituições políticas no defenderem como sempre o fizera, unicamente ‘os seus bons bocados’, os quais no defenderem as suas porções, colocam o país no rol das incertezas generalizadas, submetendo-o aos vexames locais e internacionais, no fazerem tudo errado submetendo-o aos balcões de negócios e negociatas instalados no congresso nacional, como e também no senado através dos que deveriam na verdade, o defendê-lo com total transparência nas suas máximas representações. 

Encontrando-se tão presidenta Dilma tão ilhada no ser pressionado através dos artífices sob fachada dos seus mentores a colocando na condição de de moeda de troca, no usarem os seus respectivos redutos eleitoreiros e desta forma, cada vez mais o país se afunda no ostracismo, por não encontrar plausíveis soluções no relacionado aos seus deveres e obrigações sociais.

No que e por um lado, alguns aliados da mídia corporativista e os outros no cumprimento dos seus deveres enquanto eleitores e cidadãos, vão sendo levados de roldão em face do ‘rolo compressor disponibilizado’ no momento pelo que passa o país. No que e cá com os nossos botões, até mesmo e com todos os percalços e condenações impostas pela elitistas incorporadores do país se impõem deitando e rolando nas suas imposições por conta de algumas ações desastrosas implementadas pela sua principal bases de apoio achando como sempre o fez, que tudo deveriam ser tão somente para si e como dantes nos respectivos quartéis do seu Abrantes.

Aí penso que, as populações mais carentes como dizia o personagem do emérito comediante Chico Anísio, no encarnar o personagem Justo Veríssimo; “Eu quero é me dá bem e o resto que se exploda”. Pois bem nessa temática é que chegamos à conclusão, haverem deixado à situação chegar a patamares como a que vivenciamos nos dias atuais.

E ai ao finalizar perguntamos, ou, melhor dizendo; “nós verdadeiros cidadãos”, porque pagamos preço tão altos diante das irresponsabilidades daqueles que somente portam título de eleitor no irracionalmente o usar como instrumento de negocio$? Assim sendo escolhem e elegem esses individos de forma aleatoriamente e excepcionalmente os que disponibilizam de situação financeira privilegiadas e no intuito único de se darem bem e desta forma fortalecendo as corporativistas bancadas, as quais e no agirem formalizam, "nos seus discursos" o “dando é que se recebe”. No que e infelizmente, as menores porção das camadas sociais da população eleitora, acabam pagando preços além da conta. Por > MM Souza.   

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