domingo, 6 de setembro de 2015

BOM PAGADOR

Secretário Joaquim Levy
Os pregadores da discórdia política do Brasil ensaiaram no decorrer da semana e no intuito exclusivamente de desgastar político e administrativamente a legitimada presidente Dilma, de que o ministro Levy se encontrava com a cabeça a prêmio, no que e para a decepção desses e no fazerem parte do “radicalíssimo estado islâmico” brasileiro, não conseguiram ver os seus desejos cumpridos e a cabeça do dito cujo, servida para a satisfação geral da galera que prega o país “do quanto pior melhor” e assim sendo, não viram as suas vontades ser cumpridas no a sua cabeça ser servida na bandeja da sujeira.

Até aqui e no contrariar as vontades dos “imundos” de que o país tem que quebrar junto com a legitimada presidente, não percebeu ainda que o crédito do país lá fora ainda está bom e levando no ser considerado carreando a fama de bom pagador. Ao passo que não é isso e por suas ações, que desejam os levantadores da bandeira da discórdia apoiado por uma legião de apátridas estrangeiros, que se dizem midiaticamente patriotas.


Observe só o que reportou a página www.brasil24/7.com.br:                          "Mais importante do que a própria permanência ou não de Joaquim Levy é a manutenção desse selo de bom pagador, que garante ao País e às empresas nacionais mais créditos e consequentemente investimentos". Por isso mesmo antes de embarcar para a reunião do G20, Levy pediu ao governo a unificação do discurso em torno da necessidade de um superávit fiscal em 2016", diz Leonardo Attuch, editor do 247; "Isso significa que caberá ao Congresso Nacional colaborar na busca de saídas para o déficit previsto para o ano que vem. Nesse sentido, uma voz sensata foi a do deputado Ricardo Barros (PP-PR) que; afirmou ser melhor aumentar imposto do que perder o selo de bom pagador. No último sábado, Levy defendeu um imposto transitório em 2016. Por > MM Souza.

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