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| Secretário Joaquim Levy |
Os pregadores da discórdia
política do Brasil ensaiaram no decorrer da semana e no intuito exclusivamente
de desgastar político e administrativamente a legitimada presidente Dilma, de
que o ministro Levy se encontrava com a cabeça a prêmio, no que e para a
decepção desses e no fazerem parte do “radicalíssimo estado islâmico” brasileiro,
não conseguiram ver os seus desejos cumpridos e a cabeça do dito cujo, servida para
a satisfação geral da galera que prega o país “do quanto pior melhor” e assim
sendo, não viram as suas vontades ser cumpridas no a sua cabeça ser servida na
bandeja da sujeira.
Até aqui e no contrariar
as vontades dos “imundos” de que o país tem que quebrar junto com a legitimada
presidente, não percebeu ainda que o crédito do país lá fora ainda está bom e
levando no ser considerado carreando a fama de bom pagador. Ao passo que não é
isso e por suas ações, que desejam os levantadores da bandeira da discórdia
apoiado por uma legião de apátridas estrangeiros, que se dizem midiaticamente
patriotas.
Observe só o que reportou
a página www.brasil24/7.com.br: "Mais
importante do que a própria permanência ou não de Joaquim Levy é a manutenção
desse selo de bom pagador, que garante ao País e às empresas nacionais mais
créditos e consequentemente investimentos". Por isso mesmo antes de embarcar
para a reunião do G20, Levy pediu ao governo a unificação do discurso em torno
da necessidade de um superávit fiscal em 2016", diz Leonardo Attuch,
editor do 247; "Isso significa que caberá ao Congresso Nacional colaborar
na busca de saídas para o déficit previsto para o ano que vem. Nesse sentido,
uma voz sensata foi a do deputado Ricardo Barros (PP-PR) que; afirmou ser
melhor aumentar imposto do que perder o selo de bom pagador. No último sábado,
Levy defendeu um imposto transitório em 2016. Por > MM Souza.

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