sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Entrelinhas

Presidenciável deputado Jair Bolsonaro
Uma pergunta fica no ar, após o ataque do destemperado ou destrambelhado politicamente falando, perpetrado contra o deputado candidato a presidência da república Jair Bolsonaro. Aliás, uma não; são muitas perguntas: Falhou a sua segurança? Ou o próprio? Mesmo na sua patente, patente que possui enquanto militar das forças armadas. Cadê a sua sapiências no exercitar o seu ofício e ainda por cima comandar para lá de 200 milhões de cidadãos, se não possui o legado de guardião da sua própria vida?  

Não se entende também; como uma pessoa que deveria se encontrar na sua patente preparadíssima para a guerra comete um erro tão elementar? Seria por excesso de confiança na equipe que o protegia? E olha que não foi uma segurança qualquer, se trata de forças de segurança da própria Polícia Federal e composta por agentes que consomem faraônicas verbas emanadas do povo que paga seus impostos regularmente. Os quais que por sua vez também provaram suas incompetências ou minimamente descuidou-se. Coisa que jamais poderia acontecer.

Observe, se encontravam guarnecendo uma pessoa altamente visada, por seus discursos, suas gritarias no buscar o poder maior da nação.  Cujo cidadão ao longo do seu histórico enquanto político, modelado nos discursos olho por olho e dente por dente”, que nas suas falas seus palanques enquanto candidato sempre fez questão de pregar a violência contra os seu adversários políticos mormente, petistas. índios vão ter que puxar cabo de enxada se quiser comer o pão; que negros  passarão pelo fundo da sua agulha etc e tal. Como um homem nos seus discursos de pregador, pregador do ódio entre  pessoas,e que  se exibe em gestos e no publicamente pegar em armas para buscar soluções em se tratando de intrínsecos problemas, comete tamanha falha  no proteger a sua própria vida?
São perguntas que ficam no ar e cuja plateia que o admira e o aplaude nos palcos da vida, os quais agem que nem fanáticos religiosos que admira os seus pastores, mesmo sabedores que nem todos, ou quase todos, não são merecedores do perdão divino por suas capas de abusos de poderes ‘não recomendados’ pelos que ensinam pessoas serem pacíficas, além de irmãos nos piores momentos de suas respectivas vidas.

Por aqui vamos finalizando a conversa relacionada ao evidente assunto; por hoje torcendo para que a paz volte reinar nessa terra, a qual e por suas dádivas ser considerada como parte do paraíso, modelado por uma força muito maior que tudo aonde o homem imagina chegar, ou tentar chegar. Por > MM Souza.          

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