sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Convivendo com; urubus, apátridas, calhordas e canalhas

Foto meramente ilustrativa
 Politicamente falando a nação brasileira se encontra dividida entre os do mal e os do bem, os que desejam uma próspera e igualitária nação, a qual vinha sendo modelada democraticamente pelo ex presidente Lula (PT) juntamente com a sua sociedade civil responsável. Para tanto largara o cargo que ocupava com índice de aprovação de suas ações, mesmo após comandar o país por dois desgastantes mandatos. Cercado que fora por 8 anos por uma matilha de cães famintos e traíras ligados aos PSDB, PMDB e seus capachos, no negociarem apoios os quais cabalmente desrespeitavam e desrespeitam o que lhes fora legados pelo sagrado voto, cujos partidos infelizmente fizeram maioria na câmara e assim encurralaram o ex-presidente durante o seu mandato e parte do mandato de sua sucessora.

Cujo ex-presidente no entregar o bastão a ‘mal sucedida Dilma’, encontrava-se aprovado nos seus procedimentos político administrativos por mais e 80% dos pátrios cidadãos brasileiros. Ao passo que os que vivenciaram e vivenciam nas sombras do poder e nas caladas das noites combinando a destruição do que o ex-presidenta buscava como soluções sociais e econômicas para o país.
Os quais insatisfeitos com a vitória da ‘afastada’ presidenta Dilma terminaram por colocar o país num patamar universalmente desacreditado além de um povo desmotivado pela ‘bagaceira’ que os mesmos veem praticando, incluindo o que é pior nas suas ações crimes de lesa pátria. 

No conviver por mais de dois anos entre traíras e apátridas, com parte de sua população midiaticamente manipulada, fizeram prosperar nos bastidores, um factoide chamado Bolsonaro, o qual e mesmo com o discurso ‘se eleito fora’ por em prática o olho por olho, dente por dente, em vez de desenvolver projetos sociais a altura das grandes nações vem com uma metralhadora nas mãos dizimar o que fora construído até então em se tratando de projetos sociais em andamento empacados pelos golpistas, no destruírem projetos sociais em andamento principalmente os mais dirigidos as populações em extrema carência, o qual nos seus discursos de ódio promete resolver tudo na bala. E o que é mais triste, contando com apoio de  segmentos que se dizem cristãos.

Ao passo que; eu daqui da minha torre de vigília, fico torcendo para que o cidadão brasileiro use no oportuno momento, a sua arma, arma da democracia, arma da bondade, do amor e do coração sem preconceito afastando os maus presságios e espúrios projetos democraticamente agindo. Assim sendo, o Brasil e o mundo, ‘mesmo não acreditando’, aplaudirá. Por > MM Souza.

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