terça-feira, 4 de setembro de 2018

Brasil um país assumidamente colônia

O Brasil se assume como um país colônia subalterno a América ‘do Norte’...

-Milhares de manifestantes se reuniram na Cinelândia Rio de Janeiro (RJ), do último dia (3), em um ato de "luto" pelo incêndio que destruiu o acervo do Museu Nacional e em defesa da Cultura e das universidades públicas; manifestação foi convocada por diversas entidades, entre elas a União Nacional dos Estudantes (UNE), que contou com as presenças de políticos como o candidato à presidência pelo PSOL, Guilherme Boulos, dentre outras importantes personalidades.

Artigo da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Alexandre Santini, diretor do Teatro Popular de Niterói Oscar Niemeyer, denuncia o descaso com a cultura no Brasil e responsabiliza o governo Temer pelo incêndio criminoso do Museu Nacional; "Trata-se de tragédia anunciada, em um governo que aprova a PEC do teto de gastos, que cortou mais de 60% do orçamento de manutenção nas universidades públicas, que eliminou qualquer investimento em educação, ciência e cultura"; leia a íntegra.

Na verdade essas notícias são tenebrosas, são como se o sistema bruto atualmente comandado por ‘estrelas Globais’ do MPF, os quais e nas suas insensatezes pregam um país diferente do que propõe a sua constituição, aonde as suas prerrogativas se modelam no estado de direitos dos seus cidadãos. E o judiciário que deveria respeita-la encontra argumentações pessoais e de forma interpretativas e até mesmo levianas ‘como se atores formados nas oficinas do inimigo fossem'.

Lembramos oportunamente outro incêndio, incêndio ocorrido recentemente na casa da cultura de São Paulo, o qual por sua parte também enterrou parte da cultura nacional, agora foi a vez do Museu Nacional. No que a classe da sociedade esclarecida, entende como 'muita coincidência'. Será que isso não parte do pressuposto continuísmo envolvendo parte do golpe, cujo golpe que a principio, se imaginava fosse tão somente político e que após a ‘virada da casaca’, cada vez mais se evidencia uma articulação planejada no sentido de que se passe uma borracha no passado do país envolvendo uma nova fase, fase do golpe, nova história, história assumidamente 'como um país colonizado pela poderosa América, ‘do Norte’.

No fazer sentido diante dos seus praticados arbítrios e cujos magistrados são pagos como proventos nos seus ofícios pelo erário público, para cuidar das tábuas das leis. Os quais e nos seus arbítrios, submetem para lá de 200 milhões de cidadãos ao que lhes aprouver, aprouver nos seus exacerbados autoritarismos e desta forma afetando diretamente a vida dos cidadãos, incentivando-os a perda de autoestima e até mesmo desestimulando-os nos seus atos enquanto cidadãos e somente, lhes restando num futuro próximo, a obrigatoriedade em aceitar língua inglesa como a oficial, substituindo a atualmente originária dos seus até então tidos colonizadores. "Sem história, jamais haverá cultura". Por > MM Souza.  

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