O
paladino da moralidade na verdade não possui moral alguma, ”O país se num estado de
guerra declaradamente estivesse", muita gente seria fuzilado em praça pública como traidores da pátria. Observem:
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| o voo da águia pelo continente |
- Em entrevista
concedida ao jornalista Brian Mier, o economista norte-americano, colunista e
co-diretor do Centro para Pesquisas Econômicas e de Políticas Públicas em
Washington, Mark Weisbrot, diz que a "maré cor-de-rosa" vivenciada
pela América Latina com a chegada da esquerda ao poder em diversos países da
região resultou em avanços significativos à população, inclusive com a redução
da pobreza, que caiu de 44% para 28% entre 2003 e 2013, por exemplo. Segundo
ele, o fim da "maré cor-de-rosa" veio por meio da adoção de algumas
políticas macroeconômicas errôneas e também pelo apoio dos Estados Unidos a
diversos golpes em toda a América latina, incluindo o ocorrido no Brasil, que
resultou no afastamento da presidente eleita Dilma Rousseff em 2016.
"No Brasil, os
Estados Unidos desempenharam um papel mostrando sua aprovação ao impeachment de
Dilma. Acho que isso foi importante, pois falou para as pessoas no Brasil,
especialmente às pessoas que organizaram o golpe, que elas tinham o apoio do
Estados Unidos", diz Weisbrot na entrevista. "Isso foi mostrado no
nível mais importante no dia seguinte ao impeachment, enquanto o chefe do
Comitê de Relações Exteriores do Senado, que era líder do movimento do
impeachment no Senado (senador e atual chanceler Aloysio Nunes (PSDB)) veio
para os Estados Unidos e falou com Tom Shannon, que naquele momento era o
terceiro mais importante membro do Departamento de Estado dos Estados Unidos, destaca.
“Eles se encontraram demostrando aprovação ao golpe naquele momento",
completou Weisbrot.
Ele também ressalta
que em agosto, o então secretário de Estado dos EUA, John Kerry, veio ao Brasil
onde, ao lado de José Serra, que ocupava interinamente o cargo de ministro das
Relações Exteriores, uma vez que Dilma ainda não tinha sido oficialmente
deposta do cargo em função da votação do Senado ainda não ter acontecido,
afirmou como as "relações seriam ótimas para o Brasil dali para a
frente". "Isso também deixou claro para qualquer senador que tivesse
dúvidas que os Estados Unidos iram apoiar fortemente a remoção da Dilma"
emendou.
Weisbrot também destaca que o Departamento de Justiça norte-americano participou ativamente "de toda a investigação Lava jato e de outras investigações sobre corrupção e a gente nem sabe o quanto eles fizeram ou o quanto se envolveram na armação do juiz Sergio Moro na prisão injusta de Lula”.
Mais detalhes
entrevista com a fonte ‘em inglês” e legendada, na TV 247
Weisbrot também destaca que o Departamento de Justiça norte-americano participou ativamente "de toda a investigação Lava jato e de outras investigações sobre corrupção e a gente nem sabe o quanto eles fizeram ou o quanto se envolveram na armação do juiz Sergio Moro na prisão injusta de Lula”.


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