
Quem não se
lembra do sufoco passado pelo povo nicaraguense, que tiveram na década dos
passados anos 70 que saírem as ruas num procedimento de quase guerra civil para
retirar o na época capacho dos estados Unidos presidente Somoza. Pois bem num
ato como vinha ocorrendo em tal período de sublevação o partido contrário a
situação comandado por um revolucionário e a custa de muito sangue conseguiu a
frente Sandinista, assim como ocorrera em Cuba cujo governo revolucionário
expulsara Fulgêncio Batista, então capacho dos representantes do Tio Sam em seu
território (Ilha).
Localizado na América Central, limitado ao norte pelo Golfo de Fonseca (fronteira
com El Salvador) e Honduras, a leste
pelo Mar das Caraíbas, a Nicarágua e também fazendo fronteira com o território colombiano de San Andrés e Província, a sul com a Costa Rica e oeste com o Oceano Pacifico, possuindo como sua capital Manágua.
No
usar metodologias diferenciadas e com o poder na mão respaldado por seu povo,
ao passo que o seu líder maior Daniel Orteg,a
vem conseguindo colocar o país
social e economicamente no rumo, mesmo sendo vitima dos tempos atuais, comunga e fala as mesmas línguas das corporações internacionais, até mesmo as sob a tutela de Tio Sam.
Sofreu a Nicarágua ate o inicio das reformas democráticas sob comando da (FSLN) e sem a tarja de republiqueta de ‘bananas’,
satisfazer a vontade do seu povo, esse era o seu objetivo, ocorrendo após enfrentamento ás garras da Águia que
sobrevoa e de há muito, com suas longas o continente. Assim sendo, a Frente Sandinista (FSLN) emitiu
no decorrer da semana um comunicado aos países amigos na tentativa de
chamar a atenção de que o país encontra-se caminhando ‘após algumas refregas sociais’,
pelos caminhos da democracia e da normalidade social absoluta, cujas normalizações se deu graças as políticas
publicas aplicadas, oportunidade que empreendedores de dentro e de fora do país sentaram na bancada do povo permanecendo harmoniosamente sob a proteção da bandeira dos seus trabalhadores. Por > MM Souza.
Chamada
do comunicado: A Frente Sandinista de Libertação
Nacional (FSLN), partido que governa a Nicarágua, enviou, aos partidos
políticos de outros países um relato sobre o que está ocorrendo na pátria de
Augusto César Sandino.
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