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| Bons tempos em que o povo não sabia quem era a Rede Globo |
Lembro-me
por fazer parte durante a realização enquanto no ar ficou e na condição de integrante da equipe técnica operacional do programa Viva O Gordo, interpretado por Jô
Soares, levado ao ar na década dos anos 70/80 pela até então ‘descente’ Rede
Globo.
Verdade
é que lembro muito bem entre referenciados personagens interpretados como
parte de sua produção, dentre outros, lembramos dos mais populares, tipo: SEBÁ – “O último exilado” que era
louco para voltar ao Brasil pós ditadura militar, mas reagia às notícias sobre a situação política ainda vigente no país, que e no utilizar público falando com a sua mulher Madalena, que e com as suas vontades de retornar ao país dizia exasperadamente dizia, Madá: “Você não
quer que eu volte!”, BÔ FRANCINEIDE - Atriz de pornochanchadas à
procura de trabalho na televisão, estava sempre acompanhada da “porno-mãe”
(Henriqueta Brieba), uma senhora tão pequenina e de aparência tão frágil que
levava Bô a dizer impressionada: “Eu saí de dentro dela!”.
CAPITÃO GAY - Um super-herói que, ao lado
do seu fiel parceiro, Carlos Suely (Eliezer Motta), defendia os fracos e
oprimidos. ZÉ DA GALERA – Torcedor fanático da seleção brasileira
que ligava de um orelhão para o técnico Telê Santana para dar palpites na escalação
do time comandado pelo então técnico Telê Santana.
Porém
o personagem que mais encantava o seu público fora o REIZINHO –
Diminuto monarca de um reino com problemas muito parecidos com os do Brasil
atual. Voluntarioso, porém muito indeciso, ele se aconselhava com o sábio
Eminência (Eliezer Motta) e se divertia à custa do Bobo da Corte (Flávio
Migliaccio). Cujo Rei apesar da baixa estatura, tinha um ego imenso e se
dirigia aos súditos com as palavras: Deste solo que eu piso, desse povo que eu ‘amo’
que Rei sou eu? Oportunidade que os seus cupichas unissonamente respondiam; “Sois rei! Sois rei!
Sois rei!”.
Reproduzir
o conteúdo acima no oportunamente lembrar, o que se passa na suprema corte da
magistratura nacional, no usar e ao mesmo tempo relembrar memoráveis
personagens desse ícone do humorismo brasileiro, que atualmente se encontra refugiado
na construção dos seus personagens voltados para a literatura brasileira e no
oportuno momento por que se passam nos dias a dia da política nacional lembrando
muito bem o fictício personagem O Reizinho no intitular-se como tal diante das
suas destemperadas além de autoritárias determinações, mesmo que a margem da
obediência e respeito à constituição federativa (corte) oportunidade que conjuntamente
com a sua retratada corte em conveniências reforça as suas atitudes.

Enfim; em linhas gerais, faz ser lembrado o referenciado personagem, respaldado ao condenar os seus adversários politicamente e no se esconderem no que deveria ser honrada toga, que e nos seus delírios, além de atuar no 'seu' livre arbítrio massageia a suprema, o seu ego mesmo que agindo no contrariar a imensa maioria dos vassalos a serviço da corte; no fazer prevalecer a sua 'moral' no exercitar suas ambições suas convicções enquanto magistrado, no contrariar a égide de uma constituição falha, além de atirada ao soprar do passante vento do momento. Por > MM Souza

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