sexta-feira, 6 de abril de 2018

Politicamente; 'Que rei sou eu?'

Bons tempos em que o povo não sabia quem era a Rede Globo
Lembro-me por fazer parte durante a realização enquanto no ar ficou e na condição de integrante da equipe técnica operacional do programa Viva O Gordo, interpretado por Jô Soares, levado ao ar na década dos anos 70/80 pela até então ‘descente’ Rede Globo.
Verdade é que lembro muito bem entre referenciados personagens interpretados como parte de sua produção, dentre outros, lembramos dos mais populares, tipo: SEBÁ – “O último exilado” que era louco para voltar ao Brasil pós ditadura militar, mas reagia às notícias sobre a situação política ainda vigente no país, que e no utilizar público falando com a sua mulher Madalena, que e com as suas vontades de retornar ao país dizia  exasperadamente dizia, Madá: “Você não quer que eu volte!”, BÔ FRANCINEIDE - Atriz de pornochanchadas à procura de trabalho na televisão, estava sempre acompanhada da “porno-mãe” (Henriqueta Brieba), uma senhora tão pequenina e de aparência tão frágil que levava Bô a dizer impressionada: “Eu saí de dentro dela!”. CAPITÃO GAY - Um super-herói que, ao lado do seu fiel parceiro, Carlos Suely (Eliezer Motta), defendia os fracos e oprimidos. ZÉ DA GALERA – Torcedor fanático da seleção brasileira que ligava de um orelhão para o técnico Telê Santana para dar palpites na escalação do time comandado pelo então técnico Telê Santana.
Porém o personagem que mais encantava o seu público fora o REIZINHO – Diminuto monarca de um reino com problemas muito parecidos com os do Brasil atual. Voluntarioso, porém muito indeciso, ele se aconselhava com o sábio Eminência (Eliezer Motta) e se divertia à custa do Bobo da Corte (Flávio Migliaccio). Cujo Rei apesar da baixa estatura, tinha um ego imenso e se dirigia aos súditos com as palavras: Deste solo que eu piso, desse povo que eu ‘amo’ que Rei sou eu? Oportunidade que os seus cupichas  unissonamente respondiam; “Sois rei! Sois rei! Sois rei!”.

Reproduzir o conteúdo acima no oportunamente lembrar, o que se passa na suprema corte da magistratura nacional, no usar e ao mesmo tempo relembrar memoráveis personagens desse ícone do humorismo brasileiro, que atualmente se encontra refugiado na construção dos seus personagens voltados para a literatura brasileira e no oportuno momento por que se passam nos dias a dia da política nacional lembrando muito bem o fictício personagem O Reizinho no intitular-se como tal diante das suas destemperadas além de autoritárias determinações, mesmo que a margem da obediência e respeito à constituição federativa (corte) oportunidade que conjuntamente com a sua retratada corte em conveniências reforça as suas atitudes.

Enfim; em linhas gerais, faz ser lembrado o referenciado personagem, respaldado ao condenar os seus adversários politicamente e no se esconderem no que deveria ser  honrada toga, que e nos seus delírios, além de atuar no  'seu' livre arbítrio  massageia a suprema, o seu ego mesmo que agindo no contrariar a imensa maioria dos vassalos a serviço da corte; no fazer prevalecer a sua 'moral'  no exercitar suas ambições suas convicções enquanto magistrado, no contrariar a égide de uma constituição falha, além de atirada ao soprar do passante vento do momento. Por > MM Souza

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