sábado, 28 de abril de 2018

O valor de uma vida

Imagem ilustrativa arquivo Google
Muito triste fico, após chegar á conclusão que a minha luta nos bastidores da sobrevivência enquanto cidadão, cidadão das guerras contra os próprios cidadãos; como os demais, além de mim, considerados cidadãos, os quais  somados as  estatística (IBGE), ultrapassa a casa dos 200 milhões de almas vivenciadas entre 'penadas e apenas' as quais andam a caminhar no limbo da sobrevivência ‘sebosa’ em que se transformou a raça humana. Desta forma lamento haver e pela vontade da divindade, haver nascido nesse que deveria ser por suas dimensões e capacidades de liderança no continente, ser além de grande, grandioso e convivendo em perfeita sintonia harmoniosa e democrática com os seus vizinhos.
Assim sendo, entre manipulações dos mutantes poderosos das ultrapassadas oligarquias e cuja população sobrevive sobre as botas e dedo indicador de um mitológico estrangeiro conhecido como Tio Sam. Entrando também na roda, traíras e apátridas filhotes dos programadores ‘robóticos dos controles remotos’.
Consciente e como fruto descendente de todas as limitações impostas através das máquinas públicas existentes ao longo da vida e mesmo assim e com um custo muito alto, mesmo no bagaço, via meus caminhares, nada sobrara para mim e outros tantos de minha geração, apenas sobrando ossos ‘bucos’ lançados aos ‘cachorros’, cachorros para alguns, reconhecidos como cidadãos, os quais deveriam ser ao menos considerados e respeitados geneticamente, em homenagens aos bravos guerreiros Tupiniquins que tombaram possuidores do puro DNA, um DNA acima das praticas dos porqueiras atuais os quais nessa terra 'bendita' terra ainda pisa.
 Ao passar por inúmeras senzalas dos tempos atuais, incluindo o quintal da  casa grande família Marinho, “Rede Globo” e no atuar após muita ralação na atividade consentida aos alforriados, foi desta forma que cheguei até o quintal de sua amada casa.
Nos tempos atuais, no aproximar-me do ciclo terceira idade, mim pergunto; porque o país aonde cair enquanto ser no vivenciar da vida, o qual diante das  suas riquezas, deveria e por sua capacidade potencializadoras se torna uma grande portal, portal de entrada para o paraíso, ao contrário, se tornou servil e subserviente a certas potencias estrangeiras.
Finalmente; os tempos passaram e o peso da idade se anuncia e a ‘canga’ cada vez mais pesando no pescoço. No que e infelizmente, após muitas e bravas lutas travadas nas trincheiras da sobrevivência, iniciamos a terceira e machucada terceira idade após ser sacrificado pelos arbítrios e brutalidades promovidos pelos ‘senhores’ das grandes casas. Triste estou, por ser de uma geração que imaginava a lei áurea haver enterrado o passado após centenários ocorrência de sua promulgação e que as suas mazelas haverem sidas enterradas, quando e na verdade, as mesmas atrocidades praticadas anterior a sua existência continuarem nos dias de hoje´imaginava a mesma haver sido lastreado o fundo de de um baú. Quando na verdade e na pratica, continua a mesma existindo, mesmo que veladamente reproduzida nos dias atuais. Por> MM Souza.


Nenhum comentário:

Postar um comentário