“Precisamos segurar o Brasil
corrupto, senão ele elege Lula”, é o que Christine Lagarde, diretora presidente
do FMI, a voz econômica de Washington, no fundo quer dizer, quando defende que,
a partir de agora, o FMI vai atacar a corrupção dentro do estado, para aumentar
produtividade da economia. Quando houve isso no capitalismo desenvolvido? Ou
essa estratégia é a forma que o império encontrou para acelerar o saqueio sobre
as riquezas nacionais? Para tanto, tem que barrar possibilidade de Lula ser
candidato, preferido pela opinião popular, capaz de evitar a escalada
entreguista neoliberal
Estratégia imperial:
Washington/FMI,
junto com a Operação Lava Jato, que prendeu Lula e tenta inviabilizar sua
candidatura, entrou na jogada político eleitoral latino americana para combater
corrupção com o papo furado de que se trata, agindo nesse sentido, de dar maior
eficiência à economia.
O
baixo nível de produtividade econômica dos países ao sul do Rio Grande, que os
Estados Unidos consideram seu quintal, para campo de caça das riquezas na
periferia do capitalismo, subordinado a Washington, decorreria da corrupção que
se alastrou.
Não
seria a desaceleração econômica produto do enxugamento neoliberal imposto por
Tio Sam, com congelamento de gastos sociais, por vinte anos, conforme foi
aprovada no Congresso, após derrubada de governo democrático eleito por 54
milhões de votos.
Não
teria nada a ver anular tais gastos, que representam renda disponível para
consumo, girando a economia, em suas fontes dinâmicas, para gerar emprego,
renda, distribuição, circulação, arrecadação e investimentos.
Bastaria,
agora, colocar os chefes de quadrilha, que comandam os executivos, conforme a
narrativa construída pela Lavajato, segundo a tese jurídica nazista do domínio
do fato, para encarcerar Lula, sem prova concreta do crime, para a economia
voltar a funcionar numa boa etc e tal.
Feito
isso, a produtividade cadente na economia, que rola há anos, mesmo antes de
Lula e Dilma chegarem ao poder, voltaria, como passe de mágica? Reprodução do conteúdo
extraísdo da página; Brasil247, por > MM Souza.

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