Insatisfeito
em submeter o país de joelho diante dos EUA, mesmo sem respaldo da grande
maioria dos brasileiros, confirmado através de todas as pesquisas relacionadas
a eleição do futuro presidente “se houver eleição”.
A direitona comprovadamente composta por quadrilheiros, parte deles reconhecidamente apátridas, os quais usam midiaticamente as ocorrências da Venezuela, como se os conscientes pátrios cidadãos fossem desmemoriados no analisarem a administração Lula e parte da
administração Dilma, para chegar a conclusão que de fato houve grandes avanços sociais,
econômicos e principalmente de credibilidade alcançados mundo a fora.
Os ainda não encancerados, no fazerem parte do bando protegidos não imaginam ainda que um dia a coisa pode mudar e assim todos, independente de quem quer que seja pagarão as suas dividas com a nação. Obviamente ‘se o judiciário agir constitucionalmente de fato’, pagarão esses pelo que vem fazendo com o povo, principalmente no doarem, sabe-se lá em troca de que, o patrimônio nacional.
Até que
concordamos que a máquina do estado deverá ser reaparelhada assim como redirecionada no tocante aos patrimônios que
pesam na administração pública, que tradicionais conceitos sejam reavaliados e desde que seja realizado por
um presidente democraticamente eleito, uma câmara e um senado isentos de
qualquer suspeição.
Assim
sendo, o país poderá pensar e agir como vinha ocorrendo na gestão Petista. Ao
contrario do que estão fazendo, desmontando a maquina sem a existência de técnicos a altura para remontá-la e o que é pior; substituindo peças chaves dos setores essenciais da
nação, no colocarem aventureiros em troca de benesses promovidas por o seu saco de ‘bondades’. O qual nada fizera para por sequer um centavo fruto de suas iniciativas nos cofres da nação. Muito pelo contrario, somente vem o mesmo é dilapidando o erário, além de promover doações presenteando aqueles que o convencera desmontar o Brasil, com patrimônios públicos.
Esquecem
entretanto que desta forma continuando, poderão via Temer ou Bolsonaro,
incendiar o país. Por > MM Souza.

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