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| Eles estão de olho é na butique dela... |
Agência
Sputinik - A decisão da China de ampliar sua ambiciosa iniciativa de comércio
de milhões de dólares para a América Latina cria "vulnerabilidades de
segurança" para os Estados Unidos, disse o chefe do Comando Sul do país
(SOUTHCOM), Kurt Tidd.
Falando
em uma reunião do Comitê de Serviços Armados do Senado, ele disse que a China
já prometeu US$ 500 bilhões em fundos comerciais com vários países da América
Latina e US$ 250 bilhões em investimentos diretos na próxima década.
"O maior desafio estratégico colocado pela China nesta
região ainda não é militar. É econômico, e uma nova abordagem pode ser
necessária para competir efetivamente contra os esforços coordenados da China
nas Américas. Alguns dos elementos mais críticos necessários neste esforço não
são aqueles que [o SOUTHCOM] podem suportar", destacou.
O almirante dos EUA explicou que as operações chinesas na
América Latina não "ainda" representam uma ameaça militar, mas Pequim
está recrutando cada vez mais os latino-americanos que participam do Programa
de Educação e Treinamento Militar Internacional dos EUA (IMET).
O programa facilitou o comparecimento de quase 16 mil alunos da
região a várias faculdades americanas de guerra, o militar observou.
"A China, em particular, é cada vez mais agressiva ao
cortejar estudantes da região para frequentar as escolas militares
chinesas, oferecendo para cobrir todas as despesas e salários em troca do
aumento da matrícula dos estudantes", comentou Tidd.
Sob a iniciativa mais ampla do 'Um Cinturão, Uma Rota',
anunciada pelo presidente chinês Xi Jinping em 2013, Pequim planeja construir
uma nova 'Estrada da Seda'. Além disso, ela destina-se a conectar a China ao
Sudeste e à Ásia Central por terra e ao Oriente Médio e Europa pelo mar.
O ministro de Relações Exteriores da China, Wang Yi,
recentemente encorajou os Estados da América Latina e do Caribe a expandir seus
negócios com o país. Vários Estados, incluindo Chile e Bolívia, já declararam
sua disposição para se integrar na iniciativa. Publicado pela página: Brasil 247.
É aí
que se pergunta: Precisa falar ou comentar mais alguma coisa? Por> MM Souza.

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