Poderia
aqui e por dever de oficio, falar sobre as mais variadas atividades exercidas
pelos cidadãos e principalmente em se tratando de Brasil; quando sabemos que
cotidianamente existem muitos disparates no exercitar da cidadania responsável
em todos os campos.Como também sabemos que os descompromissos de certas pessoas que se acham o tal, pelo fato de haver feito um juramento de manutenção da sua capacitação profissional de forma ética e exemplar. Como também sabemos que tudo não passa de hipocrisias fundamentadas em momentos, apenas isso; momentos.
Sem arrodeio vamos direto ao assunto e no tocante a atividade que abracei na minha capacitação na área de comunicação social em geral. Sem ser ou querer ser PHD naquilo que propus servir enquanto atividade profissional, com ou sem hipocrisia jornalisticamente o país se encontra abarrotado de pessoas que se dizem ser, vivenciam nos seus dia a dia abraçados a atividades na comunicação em geral, que por sua vez e no frigir dos ovos, não passam de aventureiros a serviço de qualquer um. São pessoas que se permitem serem usadas na subserviência no tomarem os espaços que deveriam ser reservados unicamente aos verdadeiros.

Chama-se a atenção para os que se curvam no caminharem na horda palacianas, os quais se permitem nas caladas da noite, se reunir conjuntamente com os ‘nojentos palacianos’. São esses os que se dizem profissionais, independentemente de estarem ou não fundamentados, os quais somente atrapalham os verdadeiros, os possuidores de caráter. Os quais e na sua grande maioria, se tratando de pessoas sem caráter e sem moral alguma além de não serem idôneos no exercitar da atividade jornalistica. Esses se voltam exclusivamente e como se capachos fossem, para o atendimento exclusivo aos seus senhores.
"Reconhecidos como marrons", na verdade não passam eles da condição de além de otários, escórias da comunicação social no se permitirem ser usados pela podridão política e unicamente em troca das parcas moedas, as mesmas moedas usadas na conspiração contra Cristo.
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