quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Que Rei Sou Eu


 Um país naufragado socialmente e cuja mídia consegue colocar milhões e milhões de ‘duros’ nas ruas para homenagear o Rei, digo; ficticiamente um Rei reconhecido como Momo, o qual e em nome de pseudas alegrias fica quase uma semana gozando dos privilégios de sua corte carregado por  pobres súditos no estender prolongado feriado, cujo feriado e na sua extensão, jamais existiu em país algum do mundo,  por mais que seja chamativo o seu apelo, suas magnas datas.
Imagens ilustrativas extraídas dos arquivos Google.

Vivenciando uma mitologia preguiçosa, carreado por agressiva mídia, a qual e por sua vez, somente consegue mostrar riquezas expostas nos seus  alegóricos conduzidos por um bando, os quais e quando convocados para os seus deveres cívicos, deveres do cidadão, não passam de umas meias dúzias de gatos pingados no manifestar suas indignações politico-administrativas junto aos poderes constituídos, mesmo que seja o mínimo em se tratando de políticas públicas cotidianas.

Num país que se encontra a beira da falência de suas instituições, esmolambadas instituições, sem comando até mesmo creches inexistem em conformidade com as vontades dos seus cidadãos. Colégios e faculdades então nem pensar pelo fato das existentes não se encontrar sequer  funcionando e quando muito funcionam a toque de caixa.

Assim sendo, ao invocarem o mitológico rei, tido como rei da alegria, na verdade e no momento, não passa de um minúsculo reizinho. O qual e por ocasião dos últimos desfiles, deveria o seu povo enfatizar um rei, um vigoroso rei, um rei da pobreza, que e quando lembrado por esse lado, ‘lado real’ sequer foi falado pela sorrateira além de escravocrata, a qual e no convocar, diante do coxo com uma raiz de mandioca na mão, os miseráveis chegam juntos, os quais e mesmo ‘duros’, vão para as ruas fazerem arrastões no sujarem a imagem do país mundo a fora.

Um país sequer consegue dar suporte de segurança pública aos seus cidadãos e muito menos aos que nos visitam, os quais para cá se convergem no sentido entre outras coisas, fazerem turismo sexual, os quais e mesmo correndo risco de vida, para cá se converge unicamente para praticarem libertinagens, um país cujas libertinagens e orgias, são permitidas desde que possuam dólares.

O Rei está nú
Bom gente - Sem maiores delongas, aqui ficam os nossos protestos, enquanto cidadão além da nossa indignação por; feliz ou infelizmente, haver nascido por aqui e assim como, por não ser covarde, paga-se o  preço, preço no carregar o seu pesada fardo, ou quiçá uma pesada cruz. Por >MM Souza       

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