Um país naufragado socialmente e cuja mídia consegue colocar milhões e milhões de ‘duros’ nas ruas para homenagear o Rei, digo; ficticiamente um Rei reconhecido como Momo, o qual e em nome de pseudas alegrias fica quase uma semana gozando dos privilégios de sua corte carregado por pobres súditos no estender prolongado feriado, cujo feriado e na sua extensão, jamais existiu em país algum do mundo, por mais que seja chamativo o seu apelo, suas magnas datas.
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| Imagens ilustrativas extraídas dos arquivos Google. |
Vivenciando uma mitologia preguiçosa, carreado por agressiva mídia, a qual e por sua vez, somente consegue mostrar riquezas expostas nos seus alegóricos conduzidos por um bando, os quais e quando convocados para os seus deveres cívicos, deveres do cidadão, não passam de umas meias dúzias de gatos pingados no manifestar suas indignações politico-administrativas junto aos poderes constituídos, mesmo que seja o mínimo em se tratando de políticas públicas cotidianas.
Num país que se encontra a beira da falência de suas instituições, esmolambadas instituições, sem comando até mesmo creches inexistem em conformidade com as vontades dos seus cidadãos. Colégios e faculdades então nem pensar pelo fato das existentes não se encontrar sequer funcionando e quando muito funcionam a toque de caixa.
Assim sendo, ao invocarem o mitológico rei, tido como rei da alegria, na verdade e no momento, não passa de um minúsculo reizinho. O qual e por ocasião dos últimos desfiles, deveria o seu povo enfatizar um rei, um vigoroso rei, um rei da pobreza, que e quando lembrado por esse lado, ‘lado real’ sequer foi falado pela sorrateira além de escravocrata, a qual e no convocar, diante do coxo com uma raiz de mandioca na mão, os miseráveis chegam juntos, os quais e mesmo ‘duros’, vão para as ruas fazerem arrastões no sujarem a imagem do país mundo a fora.
Um país sequer consegue dar suporte de segurança pública aos seus cidadãos e muito menos aos que nos visitam, os quais para cá se convergem no sentido entre outras coisas, fazerem turismo sexual, os quais e mesmo correndo risco de vida, para cá se converge unicamente para praticarem libertinagens, um país cujas libertinagens e orgias, são permitidas desde que possuam dólares.
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| O Rei está nú |



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