quinta-feira, 23 de novembro de 2017

O ópio de um povo

Estádios sempre cheios
 Mais parecendo histeria coletiva, os meios de comunicação a serviço dos poderes centrais da nação, 'tungadores de votos', aprenderam ao longo da história como manipular as massas, especialmente as menos esclarecidas. Quando e na verde, deveria ser a mesma a construtora de uma  democracia que fosse igualitária e extensiva.
Tais elementos sabem e muito bem utilizarem tais artifícios e todos os meios possíveis nos momentos de acionarem os seus respectivos controles remotos gerenciadores cujos comandos são midiaticamente implantados nas regiões cranianas de incautos cidadãos. 
E assim navegam em mares nunca dantes navegado nos quartéis dos senhores Abrantes da vida e assim os dominando.
Sabem esses e muito bem, os momentos de acionar os ditos cujos nos momentos apropriados. E quando a batata anda quente nos bastidores de Brasília, os mesmo apelam para variados artifícios, no utilizarem os seus remotos e apontamos como exemplo, válvulas de escape como futebol, carnaval e os cambaus.

Relembramos oportunamente, dos jogos realizados pelas equipes consideradas elite da robótica nacional e como um dos exemplos, as últimas rodadas dos campeonatos do futebol nacional em andamento no país, oportunidade que e mesmo constando nos dados dos medidores relacionados, a existência de cerca de 13 milhões de desempregados no país, com sistemas públicos, relacionados aos setores básico tipo; saúde e educação funcionando precariamente e cujos setores dentre outros passam por situações caótica.

Ao passo que e quando as coisas apertam nos setores centrais das ladroagens institucionalizadas nas bases dos poderes políticos-administrativos do país, os seus componentes acionam via ‘parceiros midiáticos’, as válvulas de escapes e assim sendo, mesmo alegando falta de dinheiro nos seus respectivos bolsos, os estádios colocam gente pelos ladrões propriamente dito.
O  escape 
Para completar o ciclo vicioso, também investem esses nos carnavais da vida, colocando a mídia fortalecida em cima do povão, lotando avenidas e passarelas colocadas a  sua disposição e assim sendo, usada como 'boi de piranha', a massa é manobrada, no engordarem os caixas dos midiáticos, os quais e no explorarem, vendem e a preço de escravos, os seus midiáticos produtos para o mundo.
Quer queiram, quer não queiram, é assim que enxergamos um Brasil de ontem e de hoje. Por> MM Souza.   

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