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| Estádios sempre cheios |
Tais elementos sabem e muito bem utilizarem tais artifícios e todos os meios possíveis nos momentos de acionarem os seus respectivos controles remotos gerenciadores cujos comandos são midiaticamente implantados nas regiões cranianas de incautos cidadãos.
E
assim navegam em mares nunca dantes navegado nos quartéis dos senhores Abrantes da vida e assim os dominando.
Sabem esses e muito bem, os momentos de acionar os ditos cujos nos momentos
apropriados. E quando a batata anda quente nos bastidores de Brasília, os mesmo
apelam para variados artifícios, no utilizarem os seus remotos e apontamos como exemplo, válvulas de escape como futebol, carnaval e os cambaus.
Relembramos
oportunamente, dos jogos realizados pelas equipes consideradas elite da robótica
nacional e como um dos exemplos, as últimas rodadas dos campeonatos do futebol nacional em andamento no país,
oportunidade que e mesmo constando nos dados dos medidores relacionados, a existência
de cerca de 13 milhões de desempregados no país, com sistemas públicos, relacionados aos setores básico tipo; saúde e
educação funcionando precariamente e cujos setores dentre outros passam por situações caótica.
Ao passo que e quando
as coisas apertam nos setores centrais das ladroagens institucionalizadas
nas bases dos poderes políticos-administrativos do país, os seus componentes acionam via ‘parceiros
midiáticos’, as válvulas de escapes e assim sendo, mesmo alegando falta de
dinheiro nos seus respectivos bolsos, os estádios colocam
gente pelos ladrões propriamente dito.
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| O escape |
Para completar o ciclo vicioso, também investem esses nos carnavais da vida, colocando a mídia fortalecida em cima do povão, lotando avenidas e passarelas colocadas a sua disposição e assim sendo, usada como 'boi de piranha', a massa é manobrada, no engordarem os caixas dos midiáticos, os quais e no explorarem, vendem e a preço de escravos, os seus midiáticos produtos para o mundo.
Quer
queiram, quer não queiram, é assim que enxergamos um Brasil de ontem e de hoje. Por> MM Souza.


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