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| Ex presidente Lula após dois mandatos, aprovação 78% |
No reforçar ainda a tese, o professor de ética
e política da Universidade de Campinas (Unicamp), Roberto Romano discutiu em
entrevista à TV 247, o que pode acontecer na sociedade brasileira caso Lula
seja impedido de disputar a presidência. "Significa que você está
colocando o fósforo muito perto do barril," diz ele; na sua visão, uma
atitude drástica contra o presidente pode eliminar atenuantes políticos e
colchões sociais que contribuem para a preservação das instituições brasileiras
no produzirem "uma explosão sem que
você saiba quais são os riscos"; na entrevista, o professor disse que a
Lava Jato emprega "métodos de investigação conhecidíssimos no Brasil: os
métodos autoritários". Afirma que se ignora a presunção da inocência dos
acusados, transferindo para eles a "coleta de provas”.
Fundamentado nessa premissa vos que me vem na cabeça,
será que os militares ajustados mais com uma administração tipo Bolsonaro,
partidário do regime de força, no anunciar-se candidato contrário o que prega a
volta de uma governança no modelo Petista. A qual como exposto, conseguiu
retirar o país das ‘merdas’ que no passado fizeram. Será que essa cabeça de
ponte arquitetada pelos ditames do Tio Sam no continente, facilitando e até
incentivando a instalação ‘por vias e regras’ promovendo a vinda dos marines,
para as nossas fronteiras na selva e sob
o pretexto de que estão apenas treinando, nas nossas fronteiras com a
participação de mais 2 países do continente?
Eu porém enxergo por outro ângulo, no sentido de que e por Maduro, (Venezuela), governar sob a bandeira vermelha e no se encontrarem sendo preparados, caso haja um destempero politico-administrativo por aqui, caso persista atitudes de impedirem Lula de ser candidato e até mesmo inventarem razões como vem ocorrendo, na tentativa ‘via judicial’ de eliminá-lo, no custe o que custar, o qual e por conta disso, corre até mesmo risco de vida perpetrado pela direitona radical, ‘paus mandados do Tio’.
Tudo daqui para frente está factível de acontecer
afinal, já vivenciamos num país em estado de pré guerra, cujas forças públicas
e armadas, não conseguem impor a ordem perante um bando a serviço do tráfico.
Assim sendo que nos preparemos porque o pior
ainda está por vim para a frente, a medida que se aproxima da data do pleito
eleitoral que e se seguirem a democracia, acontecer no ano que vem. Por > MM
Souza.


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