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| Hegemônico Tio Sam |
Pois
bem - Bati de frente com uma nova publicação e cujo titulo do seu principal
conteúdo destacava como manchete, o BRICS, curiosamente se tratava de uma nova publicação,
número 14 de uma revista sob titulo CHINA. E aí não teve jeito lá vai eu gastar
o meu minguado salarinho como de ex contribuinte do INSS, reconhecidamente
conhecido como aposentado. Que mesmo minguado os governantes ainda conseguem
pagar em dia na fragilizada economia decorrente no país.
Ostentava
ainda a publicação como sub titulo; A Segunda década. Que e no abri-la, o seu editorial
revelava uma a realidade que as tradicionais nações, principalmente as afinadas
com as tradições europeias capitalista e capitaneadas como referenciada moeda cambial
o dólar. Que e por sua vez, resiste em não aceitar o Yuan, como moeda
alternativa no novo conceito econômico universal.
Ai
imaginei; bem feito, perdera o dólar espaços para o novo conceito mundial em se
tratando de moeda de troca, já que o Euro modelado para ser a moeda cambial universal,
não emplacara e assim sendo, com a chegada do reforço das tradições da China
através da retomada da sua representação maior nos dias atuais, Hong Kong,
tradicionalmente balizador do mercado financeiro asiático, que por sua vez e na
retomada do coração financeiro asiático pela, reforçou a vontade da China em
transformar o país e seus parceiros, inserindo-os no novo conceito mundial de
praticar ‘escambro’.
Assim
sendo e as vésperas de se tornar a principal, no novo conceito a nação economicamente
ativa universal, a China estende os seus tentáculos mundo a fora e no acreditar
em países emergentes, contando com laços fortalecidos potencialmente econômica
e no dividir o pão mundial, no acreditar em nações tradicionalmente exploradas via
EUA e seus parceiros europeus envolvendo o dólar como principal moeda de troca
, já que o EURO não dera certo universalmente. No contar com mercados
emergentes eternamente explorados, desgraçando as sua respectivas economia,
entrara como parceiro do BRICS, a África do Sul representando o seu continente
e o Brasil como representante natural do
continente Latino e desta forma retirando comercialmente do ar o velho conceito
do dólar politica e economicamente afinado com a sua origem tendo como
controlador universal os bolsos do Tio Sam.
E
desta forma sendo ‘alertado’, o velho Tio intervira politica e economicamente na
nação brasileira, no literalmente bagunçar a sua democracia consequentemente a
sua economia.
Para
não estender mais no momento esse tema, no seguir adiante na
leitura do conteúdo da publicação, retomaremos ao assunto oportunamente. Por > MM Souza.


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