quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Brics e Cia

Hegemônico Tio Sam
 Ao chegar na banca de jornais e revistas, coisa que culturalmente quase sempre o faço, mesmo que não seja para nada comprar pois a revolucionária internet vem tirando focos e hábitos, além de  prazeres da maioria dos que ainda gosta de ler; quer seja uma historinha, ou mesmo um Gibi. No que e na falta das livrarias nos corredores comerciais das cidades, exceto dos shoppings, as bancas ainda ousadamente, conseguem ostentar alguns títulos de obras interessantes, quer sejam de tradicionais romancistas ou de atuais motivadores.

Pois bem - Bati de frente com uma nova publicação e cujo titulo do seu principal conteúdo destacava como manchete, o BRICS,  curiosamente se tratava de uma nova publicação, número 14 de uma revista sob titulo CHINA. E aí não teve jeito lá vai eu gastar o meu minguado salarinho como de ex contribuinte do INSS, reconhecidamente conhecido como aposentado. Que mesmo minguado os governantes ainda conseguem pagar em dia na fragilizada economia decorrente no país.
Ostentava ainda a publicação como sub titulo; A Segunda década. Que e no abri-la, o seu editorial revelava uma a realidade que as tradicionais nações, principalmente as afinadas com as tradições europeias capitalista e capitaneadas como referenciada moeda cambial o dólar. Que e por sua vez, resiste em não aceitar o Yuan, como moeda alternativa no novo conceito econômico universal.

Ai imaginei; bem feito, perdera o dólar espaços para o novo conceito mundial em se tratando de moeda de troca, já que o Euro modelado para ser a moeda cambial universal, não emplacara e assim sendo, com a chegada do reforço das tradições da China através da retomada da sua representação maior nos dias atuais, Hong Kong, tradicionalmente balizador do mercado financeiro asiático, que por sua vez e na retomada do coração financeiro asiático pela, reforçou a vontade da China em transformar o país e seus parceiros, inserindo-os no novo conceito mundial de praticar ‘escambro’.

Assim sendo e as vésperas de se tornar a principal, no novo conceito a nação economicamente ativa universal, a China estende os seus tentáculos mundo a fora e no acreditar em países emergentes, contando com laços fortalecidos potencialmente econômica e no dividir o pão mundial, no acreditar em nações tradicionalmente exploradas via EUA e seus parceiros europeus envolvendo o dólar como principal moeda de troca , já que o EURO não dera certo universalmente. No contar com mercados emergentes eternamente explorados,  desgraçando as sua respectivas economia, entrara como parceiro do BRICS, a África do Sul representando o seu continente e o Brasil como representante natural do continente Latino e desta forma retirando comercialmente do ar o velho conceito do dólar politica e economicamente afinado com a sua origem tendo como controlador universal os bolsos do Tio Sam.
E desta forma sendo ‘alertado’, o velho Tio intervira politica e economicamente na nação brasileira, no literalmente bagunçar a sua democracia consequentemente a sua economia.
Para não estender mais no momento esse tema, no seguir adiante na leitura do conteúdo da publicação, retomaremos ao assunto oportunamente. Por > MM Souza. 

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