Determinadamente,
custasse o que custasse no seguir a filosofia do seu líder maior percussor da
independência chinesa, Mao Tese Tung. Detentora da maior população do mundo
por metro quadrado e territorialmente, fechou as suas portas por mais de 5
décadas para o mundo capitalista. E cujo país, no impor as suas regras, suas ideologias, tiveram muitas das vezes que
resolver questões internas e em conformidade com os seus ideais,
no muque e muitas das vezes na bala.
Pois
bem, os tempos foram passando e no impor suas disciplinas, em obediência
a sua constituição impunha ao seu povo as regras, não importando se pobre e
riquinhos; aliás quase inexistentes nessa fase de sua história, ocasião que todos foram
tratados igualmente; os quais se andassem, na regra recebiam suas porções sociais, não andando, os
castigos também foram iguais.
Enquanto
isso a considerada poderosa nação sob o comando do mitológico Tio Sam,
escravizava e subjugava países e continentes. Assim fora no continente africano
e dentre outros o geograficamente reconhecido América do Sul.
Coincidência ou não, aí está o resultante de uma raça considerada como mistureba,
dominada que sempre fora por subservientes e apátridas, defensores 'a ferro e fogo' pelo capital e ideologias americanas, ‘do Norte’.
Assim
sendo e no voltarmos à China, pontuando na sua determinação de não amarrar-se a
ideologias vindas de outros continentes, resolveu o país as suas pendengas internas e
enquanto isso, os americanos ‘do Norte’, no meter o bedelho em tudo desestabilizara continentes, assim fora no relacionado a guerra do Vietnã e cujo país no contar com o apoio da china, terminaram por lhe dar uma boa sova e desta forma os expulsando de lá.
Ainda
não satisfeito, tentara através de sutilidades e no contar com
apoio de cidadãos que se diziam chineses, levantar a estatua da liberdade na
praça Celestial daquele continente e cujo evento, no frigir dos ovos, tivera o Tio que engolir mais uma vez o sabor da derrota, mesmo que a custa de sangue.
Após a abertura de suas portas para o mundo capitalista e ideologicamente
determinada, iniciou a China um trabalho modelado e executado por mais de 50 anos e
desta forma, enfrentara econômica e politicamente os americanos. Os
quais no se aproximarem de países economicamente promissores, chamaram levando em conta seus posicionamentos estratégicos, países como Brasil, África do Sul, Índia, a própria China e Rússia. Todos potencialmente atuantes ‘como cabeças de ponte’ dos seus respectivo continente e assim sendo o Brasil por sua posição junto aos países do continente Sul e no agregar valores, vinha construindo papel preponderante junto as eternamente exploradas nações por aqui e desta forma, deixara irado o Tio
e os seus capatazes ligados ao FMI.
Resultado; após o golpe 'parlamentar', deu na merda que estamos vivenciando nos dias atuais e cujo preço se encontra sendo pago por uma inerte população promovido pelos natos representantes do Tio por aqui. Por> MM Souza.
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