Não
satisfeito em desestabilizar politica e economicamente o Brasil e Argentina
‘duas das principais nações do continente’, o EUA agora se volta para a
Venezuela, por a mesma manter ideologicamente estreitas relações com a ilha de Fidel.
Observe no relacionado o que revela conteúdo postado na imprensa nacional: "Estamos avaliando
todas as nossas opções de políticas para criar uma mudança de condições na
Venezuela, seja levando Maduro a concluir que não tem futuro e fazendo com que
ele saia por vontade própria, ou nós podemos devolver os processos de governo à
sua ordem constitucional", afirmou Rex Tillerson, secretário de Estado, à
imprensa.
Donde se conclui que; a perseguição americana
vai continuar, como ocorre com as suas guerras sustentadas a bala contra
ideologias e as suas populações, tendo como espelho o Iraque, Síria e Afeganistão
dentre outras menores nações. Por último sob pretexto de autodefesa ameaça o
irreverente Trump, retaliar contra a Coreia do Norte e cuja nação o seu governo geopoliticamente é protegida por duas grandes potências, China e Rússia.
A sanha da equipe do Cowboy Trump, deseja tocar
fogo no mundo simplesmente pelo fato da velha Europa ‘sua eterna aliada’, não mais encontrar-se economicamente capaz de a suportar os tempos atuais. Com um tição nas mãos, o seu velho parceiro
Tio Sam tenta e a todo custo, mesmo que sujeito a provocar um hecatombe nuclear para manter a
sua hegemonia continental. Mesmo as economias mundiais se encontrando quase em colapso Trump deseja fomentar guerras no vender o seu
principal produto, material bélico e assim no alimentar com tais procedimentos, as suas indústrias da bala, espoletas e canhões, no fornecer industrialmente
entre o apontado outros materiais a disposição de insanos tiranos. Não importando se pequenas ou grandes nações, bastando para tanto irem ao encontro dos seus interesses econômicos e hegemônicos.
No tocante ao Brasil; a questão já se encontra aparentemente resolvido na mesa
dos mapas dos seus estrategistas e possuindo como refém, o nosso já sendo fatiado pre sal.
Quanto a
Venezuela, se tratar de um dos maiores fornecedores de petróleo a eles e desta forma se aproveita o Tio Sam, da falta de entendimento político-interno daquela pequena-grande nação, para fomentar
guerras internas como principal fornecedor de balas e canhões. Aí se pergunta; no frigir dos ovos quem pagará as despesas e a um altíssimo custo? Com certeza, a sua população. Não importando os resultados finais como ocorre no Iraque, Síria, Afeganistão, nações destroçadas pelas fomentadas guerras, além de e no rabo da rabiola a Líbia que se encontra em frangalhos. Por> MM Souza


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