segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Essa eu não entendi

Ilustrações arquivo Google
O corte de gastos de Michel Temer não poupou nem a defesa do território brasileiro; o contingenciamento de recursos foi de 40% neste ano e, segundo o comando das Forças Armadas, o setor pode entrar em colapso já em setembro; se não houver mais verba, o plano é reduzir expediente e antecipar a dispensa de recrutas; a falta de verbas já afetou a vigilância da fronteira, os pelotões do Exército na Amazônia e a fiscalização da Marinha na costa; a Aeronáutica paralisou atividades, reduziu efetivos e acabou com esquadrões permanentes; até a área do Exército responsável por monitorar o uso de explosivos e dificultar ataques a bancos e caixas eletrônicos— foi atingida.
Espera aí! Essa eu não entendi; as forças armadas estão passando como a maioria do povo pobre e excluídos cidadão brasileiros passando a pão e água e nem mesmo assim reagem?
Lembro-me muito bem que por muito menos as forças nacionais derrubaram João Gulart então presidente do Brasil, o qual ao voltar de uma viagem a China, a sua época fora tarjado de comunista e por isso fora golpeado. Ao passo que hoje um cara reconhecidamente chefe de quadrilha, pousa ao lado dos seus comandados ‘propineiros’, encastelados na câmara, senado etc. nem mesmo assim, as forças armadas tem força suficiente para expulsá-los. Será que o pão e a alegada água enfraquecera os nossos briosos generais? E chegando a ponto de cortarem o básico da sua sustentabilidade? Quando se sabe nos bastidores e em conformidade com notícias extra oficias, dão conta que o quadrilheiro mor, como num passado fizera o seu atual parceiro do momento Fernando Henrique Cardoso (PSDB) doara a Vale ao truste americano.

Por último se encontra o mesmo como apátrida veladamente abrindo as pernas da Amazônia no sentido de forças militares americanas utilizar as nossas fronteiras e sob alegação de conjuntamente treiná-los na selva, pressupostamente no sentido de estrategicamente, abrirem caminhos via fronteiras para derrubar militarmente, um governo que deveríamos em nome do continente, defende-lo, mesmo que o mesmo não agrade ao Tio Sam jamais deveríamos abrir a guarda para tamanha aberração.
Por essa eu sinceramente não esperava, bandidos em nome de uma capengante constituição, ‘a qual já deveria ser reformada há tempo’, contumazes bandidos engravatados, pega levando-a para o banheiro e usa como substituto claro e publicamente na condição de papel higiênico. Com o aparelho de segurança pública em frangalhos, pergunta-se ‘o que está acontecendo com essa nação?’
Lembro-me muito bem não fazer muito tempo que em pesquisas realizadas no tocante a conceituação das instituições nacionais, as forças armadas se destacava perante a população. E nem mesmo assim, esses homens estrategicamente toma posição?
Se não querem politicamente administrar o país por conta do fiasco e resquícios de 1964, que as mesmas  prendam os ‘respeitáveis‘ vagabundos e estabeleça um prazo, para retomada plena da democracia em conformidade com o dantes nos quartéis dos senhores Abrantes. Por> MM Souza.

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