quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Aquecimento militar nas fronteiras

Não satisfeito em ‘convidar’ as forças militares dos EUA sob o pressuposto de treinamento na selva conjuntamente com as forças brasileiras em local não divulgado publicamente, possivelmente e numa operação cabeça de ponte, nos limites fronteiriços com a vizinha Venezuela.
Querem botar papinha nas bocas dos milhões de brasileiros, os quais e mesmo não gostando de como o mesmo assentou-se ao trono e em detrimento das suas vontades, agindo como um ditador, o mesmo  não está nem aí para a sua quase total desaprovação na condição de sequestrador de trono. E assim sendo, observe e no relacionado à soberania nacional, o mesmo e com as suas atitudes na condição de apadrinhado do Tio Sam, pela primeira vez, acho que desde a guerra do Paraguai, o país não provoca tão acintosamente um país vizinho.
Observem o que diz o conteúdo a seguir postado pelo referenciado, Brasil247. > Reportagem do jornal argentino Clarín destaca o pedido feito pelo governo de Roraima nesta semana a Michel Temer para que haja reforço das Forças Armadas e da Polícia Federal na fronteira com a Venezuela; apenas neste ano, cerca de 30 mil venezuelanos, que vivem uma grave crise econômica e política, ingressaram de forma ilegal no Brasil, segundo dados do Estado; a matéria diz que Temer tem em sua mesa um pedido da governadora Suely Campos para que assine um decreto para restabelecer a "Lei e a Ordem" na região, com 3.500 homens fazendo patrulhamento na fronteira; o texto destaca ainda a "forte disputa" que Temer mantém com o governo de Nicolás Maduro e lembra que o chanceler brasileiro, Aloysio Nunes, chamou o governo vizinho de "ditadura".
Aí se pergunta, não será pretexto e em conformidade com  o ‘convite’ aos americanos, que o país começa deslocar forças federais para a fronteira, cujo povo desarmado até no seu estado d’alma, para a  fronteira do país se dirige fugindo de uma provável guerra, já que a turma do Tio, encontra aceitando as suas armas e avido estrategicamente, montar uma cabeça de ponte visando invadir o vizinho país? Fica aí no ar a pergunta e cuja resposta, somente o tempo responderá. Por >MM Souza.   

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